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Escola de Psicologia quer mais autonomia e UMinho avança com Consórcio UNorte.pt
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Escola de Psicologia quer mais autonomia e UMinho avança com Consórcio UNorte.pt

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Escola de Psicologia quer mais autonomia e UMinho avança com Consórcio UNorte.pt

Braga

2021-04-10 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

a Escola de Psicologia festejou, ontem, o 12.º aniversário e celebrou um memorando de entendimento com a UMinho com vista a um contrato-programa que lhe dê mais autonomia. Reitores da UMinho, UTAD e UP destacaram Consórcio U.Norte.pt.

Em dia de festa, a Escola de Psicologia (EPSi) e a Universidade do Minho assinaram, ontem, um memorando de entendimento com vista à celebração de um contrato-programa que prevê dotar a unidade orgânica de “mais autonomia e capacidade de gestão”, à semelhança do que aconteceu na Escola de Medicina. Mas para que este contrato-programa seja efectivo, tem ainda que ter “luz verde” do Conselho Geral.
O reitor da UMinho, Rui Vieira de Castro, destacou a relevância que a EPSi conquistou ao longo dos últimos 12 anos, desde o seu nascimento. “A Escola de Psicologia tem uma oferta educativa de grande qualidade e atractiva e uma componente de investigação reconhecida”, frisou o reitor da academia minhota durante a cerimónia que ontem assinalou o 12.º aniversário da escola, a a qual vê neste contrato-programa “possibilidades novas” para se transformar e responder melhor aos desafios com que actualmente se debate, nomeadamente ao nível das candidaturas a fontes de financiamento para os seus projectos de investigação.
A ocasião que serviu também para a UMinho se juntar às Universidades do Porto e de Trás-os-Montes por via do Consórcio UNorte.pt para potenciar ainda mais a área da Psicologia na região, mas também com a finalidade de ver esta área ainda mais credibilizada no contexto nacional e internacional, através da partilha de conhecimento, de projectos de investigação e também em termos de procura de financiamento.
Almejando também “o regresso de um quadro de efectiva estabilidade”, o reitor da UMinho apontou também para as “oportunidades” de financiamento que poderão surgir a partir do Plano de Recuperação e Resiliência ou da Estratégia para a Região Norte 2021-27, “às quais temos que estar particularmente atentos e mobilizados com vista à construção de uma UMinho cada vez mais forte e conectada com o desenvolvimento da região e do nosso país”.
O presidente da EPsi, Miguel Gonçalves, defendeu que “é preciso repensar a estratégia”, confessando que estão “muito longe” anos como o de 2017 em que a a escola tinha 17 projectos financiados, comparando com apenas um que teve no ano passado. “O investimento em financiamentos europeus parece cada vez mais premente, mas é inevitável uma reorganização de perspectiva e dos serviços da Universidade e da Escola de modo a apresentarmos projectos competitivos a estas fontes de financiamento”, apontou o presidente da Escola de Psicologia, desenhando um futuro já com a união com outras universidades.

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