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Escola de Enfermagem reivindica a melhoria dos laboratórios
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Escola de Enfermagem reivindica a melhoria dos laboratórios

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Escola de Enfermagem reivindica a melhoria dos laboratórios

Ensino

2020-10-30 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

ESE assinalou ontem 108 anos de existência, 16 dos quais integrada na Universidade do Minho. A presidente pediu investimento nos laboratórios.

A melhoria dos laboratórios de simulação clínica está no “topo das preocupações” da presidência da Escola Superior de Enfermagem (ESE). A mensagem foi ontem realçada, na festa dos 108 anos desta instituição de ensino, integrada desde 2004 na Universidade do Minho. A presidente Ana Paula Macedo manifestou o desejo de ver melhorados os laboratórios para manter a qualidade de ensino e investigação na escola de enfermagem que preencheu todas as vagas disponíveis na primeira fase do último concurso nacional de acesso ao ensino superior, sendo aquela que registou a melhor média de entrada.
Manter “a posição de vanguarda” no plano nacional e um crescente reconhecimento internacional” é propósito da presidente da ESE, estabelecimento que conta este ano lectivo com 382 alunos de licenciatura e 153 em cursos de pós graduação.

Eugénio Campos Ferreira, vice-reitor da Universidade do Minho, desafiou, na cerimónia comemorativa do 108.º aniversário, os responsáveis da ESE a avançarem com formação doutoral.
Quanto à melhoria dos laboratórios reivindicada pela presidente da ESE, o vice-reitor com as pastas da investigação e inovação garantiu que estão a ser procuradas soluções para concretização em breve.
Ana Paula Macedo que relevou que é necessária a “reposição de equipamento adequado e de um conjunto de simuladores de treino para as práticas clínicas e formação avançada”.

A ESE é uma unidade de ensino politécnico fundada em 1912, então na dependência da Santa Casa da Misericórdia de Braga, com o nome Escola de Enfermagem do Hospital de São Marcos. Mais tarde passou a Escola Superior de Enfermagem Calouste Gulbenkian de Braga, até ser integrada, em 2004, na Universidade do Minho.
A ESE acolhe o Centro de Investigação em Enfermagem e um núcleo da Unidade de Investigação em Ciências da Saúde.
A sua oferta educativa inclui licenciatura, mestrados em associação com a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, pós-licenciaturas e cursos de curta duração.

Investigadores propõem transição energética com sistemas fotovoltaicos

Os investigadores Joaquim Carneiro e Mário Passos, da Escola de Ciências da Universidade do Minho, defendem um novo paradigma energético para Portugal com base nos sistemas fotovoltaicos. Os autores apresentaram o projecto no livro “Sistemas Fotovoltaicos - Fundamentos sobre Dimensionamento”, fruto de vários anos de pesquisa.
O peso da fileira fotovoltaica é cada vez mais relevante nas energias renováveis em Portugal, que recebe elevados níveis de fluxo solar, além de ter um impacto muito positivo no clima e na melhoria da balança comercial do país, reduzindo assim a importação de fontes fósseis, explicam Joaquim Carneiro e Mário Passos.
Portugal assumiu, em 2016, o desígnio da promoção e materialização da transição energética, com vista à neutralidade carbónica em 2050, através da redução das emissões de gases com efeito de estufa e da intensificação de fontes de energia endógenas e renováveis.

Os investigadores da UMinho caracterizam os sistemas fotovoltaicos, aprofundam sobre materiais semicondutores e propriedades optoelectrónicas, fornecem metodologias de cálculo e resolvem casos de estudo, auxiliando na concepção, dimensão e instalação daqueles sistemas, quer sejam autónomos, ligados à rede e por bombagem de água.
Os conteúdos reflectem a experiência dos autores em investigações sobre novos materiais e em projetos lectivos no mestrado em Ciências e Tecnologias do Ambiente e na licenciatura em Ciências do Ambiente.
Joaquim Carneiro é professor do Departamento de Física da UMinho e o colega Mário Passos cessou funções docentes no Departamento de Química para exercer como vereador do Município de Famalicão.
O livro da Engebook/Quântica Editora tem como público-alvo professores, estudantes dos ensinos secundário e superior e profissionais das áreas de física, ciências do ambiente e das engenharias electrónica industrial, mecânica, civil e de materiais.

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