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Entre desejo de mudança e aproveitar a experiência longa
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Entre desejo de mudança e aproveitar a experiência longa

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Entre desejo de mudança e aproveitar a experiência longa

Braga

2021-10-13 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Divisão entre professores e investigadores nas eleições para o Conselho Geral definiu disputa ao cargo de reitor. Clara Calheiros defende mudança no governo da UMinho, Rui Vieira de Castro o aproveitamento da experiência acumulada.

Clara Calheiros justifica a sua candidatura a reitora da Universidade do Minho como “a expressão de um inequívoco desejo de mudança e como validação das propostas” da lista de professores e investigadores que venceu, a 17 de Maio passado, as eleições para o Conselho Geral. A?professora catedrática de Direito pretende, assim, “dar corpo a um anseio de mudança” na instituição.
Rui Vieira de Castro, por seu lado, defende a sua recandidatura pela “experiência longa e diversificada” que lhe tem “permitido um conhecimento aprofundado da realidade do sistema de ensino superior português e da própria Universidade”, a par de uma “atenção aos debates, no nosso país e no estrangeiro, sobre os sistemas de ensino superior e de investigação e sobre os ecossistemas de inovação”
Rui Vieira de Castro apresenta no seu programa de acção a equipa reitoral que quer ter nos próximos quatro anos, mantendo da actual apenas o vice-reitor Eugénio Ferreira com as pastas da investigação e inovação, e os pró-reitores Manuel João Costa (assuntos estudantis e inovação pedagógica) e Guilherme Pereira (avaliação e projectos especiais).
Filomena Soares (educação e mobilidade académica), Luís Amaral (transformação organizacional e simplificação administrativa), Joana Aguiar e Silva ( Cultura e Território), Sandra Paiva (projectos científicos e gestão da investigação), Teresa Ruão (comunicação institucional) e José Fernandes ( infraestruturas e transfornação digital) são os outros nomes indicados para as vice e pró-reitorias.
Sem apresentar nomes nesta fase, Clara Calheiros preconiza, no seu programa de acção, a existência de quatro vice-reitorias, “a que correspondem, lato sensu, aos três pilares da missão da Universidade do Minho – ensino, investigação e interacção com a sociedade – complementados com um quarto referente às questões relacionadas com as pessoas e gestão interna”
Segundo a candidata a reitora, os eixos verticais desta estrutura organizacional são: ensino e empregabilidade; investigação, inovação e transferência de conhecimento; sustentabilidade, sociedade e património; pessoas, qualidade e moderni- zação administrativa.
Na sua visão de governo da UMinho, o pró-reitores terão de coordenar a sua actuação com as vice-reitorias segundo os eixos transversais da inovação pedagógica e universidade digital; internacionalização e cooperação para o desenvolvimento; cultura, lusofonia e comunicação; igualdade, responsabilidade social e bem-estar; investigação e projectos.

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