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Braga, quarta-feira

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Engenharia do futuro passa por integrar novas áreas
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Engenharia do futuro passa  por integrar novas áreas

Vale do Ave

Ontem às 09h00

Paula Maia Paula Maia

O futuro da engenharia, as novas áreas e o desenvolvimento sustentável estiveram em destaque na abertura dos Dias de Emprego da Escola de Engenharia.

A crise pandémica trouxe novos desafios para o sector da engenharia, constituindo também uma oportunidade para traçar novos caminhos resultantes da interacção com novas áreas do saber que se direccionam para a promoção de novas soluções para a resolução das necessidades, sem esquecer a sustentabilidade ambiental, numa lógica de economia circular. Estas foram as conclusões deixadas pelo painel de convidados da mesa redonda que deu início ao ‘Tomorrow Needs You - Dias de Emprego EEUM’ que decorrem até quarta-feira, via online, substituindo o tradicional Dia do Emprego da Escola de Engenharia da UMinho.
Pedro Arezes, presidente da escola de Engenharia da UMinho;?Teresa Martins, CEO da Neadvance - Machine Vision SA, empresa dedicada ao desenvolvimento e integração de sistemas de processamento de imagens baseados em visão por computador e inteligência artificial;?António Rodrigues, presidente do Grupo?Casais, Carlos Oliveira, presidente da Fundação José Neves; Carlos Ribas, representante da Bosch em Portugal e Mário Jorge Machado, presidente da Associação Têxtil e Ves- tuário de Portugal foram os convidados desta mesa redonda que deu nota das mudanças que casa sector teve de enfrentar no último ano e os desafios que se colocam no futuro.
Os convidados falaram sobre o impacto que a crise pandémica à escala global teve nas respectivas empresas e os caminhos que tiveram de traçar.
O presidente da Escola de Engenharia referiu que a escola continuará a focar-se na investigação e na inovação centradas nas necessidades das sociedades e dos cidadãos e que a escola “sempre privilegiou a relação com o tecido empresarial”, dando como exemplo a sua ligação à Bosch. “O que queremos é estar junto das empresas à procura do que é que são as necessidades do mercado, mas também na introdução de novos produtos, serviços, sempre com uma forte componente nas parcerias”, diz Pedro?Arezes, dando conta que a escola está também a trabalhar em novas áreas da engenharia, como a Engenharia Aeroespacial e a Ciência dos Dados. “A ideia é criar áreas em que vemos futuro. São áreas mutidisciplinares”, diz o dirigente.
Carlos Oliveira, da Fundação José Neves, sublinhou a necessidade de estabelecer pontes com outras áreas do conhecimento, numa verdadeira “intercepção com as várias valên- cias”, quer da engenharia, quer de outras áreas. “Um desafio muito interessante é saber como é que se podem colocar pessoas das áreas das ciências sociais a trabalhar com engenheiros.?Seguramente vemos melhores projectos físicos e virtuais se tivermos psicólogos, antropólogos ou sociólogos, que percebem a forma como interagimos com o mundo, a criar produtos”, diz o responsável, acrescentando que é também importante que os empresários valorizem estas competências e percebam que esta soluções vai acrescentar valor aos seus negócios.
Mário Jorge Machado falou dos desafios impostos os têxteis no último ano, referindo que o sector passa actualmente por uma grande transformação com investimento em novas competências e equipamentos, mas é preciso novas soluções.

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