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Nacional

2020-03-26 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Pedro Costa é empresário e investigador na área da Biomedicina, em particular na biofabricação que envolve muito tecnologias de impressão 3D.

Pedro Costa é empresário e investigador na área da Biomedicina, em particular na biofabricação que envolve muito tecnologias de impressão 3D. No passado sábado um amigo enfermeiro pediu-lhe ajuda e à tarde já estava a produzir viseiras em 3D. Depressa criou o grupo no facebook 3D Printing For Covid-19 e empresas e particulares juntaram-se à causa.
“Anunciei no facebook que estávamos a produzir viseiras na minha empresa e percebi rapidamente que o que estavámos a fazer era completamente insuficiente para a ‘montanha’ de pedidos que tivemos”, contou Pedro Costa, justificando assim a criação do grupo no facebook ‘3D Printing For Covid-19’ “a apelar a toda a comunidade que tivesse impressora 3D para contribuir para esta produção”.

Começou-se com uma produção pequena, mas anteontem já se conseguiu ultrapassar as 100 peças produzidas. “Já entregámos algumas viseiras em mão a profissionais. Primeiro era preciso organizar toda a logística e perceber quem estava produzir, como recolher e distribuir. Hoje (ontem) vamos começar a distribuir em maior escala”, avançou o empresário e investigador.

Organizar as entregas de acordo com a urgência dos pedidos é o principal objectivo de Pedro Costa. “Temos todo o tipo de unidades a pedir as viseiras, nomeadamente as unidades de cuidados intensivos, das urgências e outros serviços que estejam em contacto com doentes infectados. Vamos entregando aos prioritários e depois a todos os outros, porque neste momento ainda não conseguimos fazer tantas peças como gostaríamos e quantas são pedidas”, lamentou.
Entretanto, o empresário e investigador está em contacto com um grupo de pessoas para preparar a produção destas máscaras a maior escala, através de um processo mais industrial, o que vai permitir produzir mais peças por dia. “Mas esse processo ainda não está afinado, porque se trata de uma tecnologia que precisa de ser optimizada, até lá a primeira linha de acção é através da impressão 3D”, confirmou.

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