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Empresários reivindicam mais e melhores parques empresariais no concelho

Braga

2021-05-11 às 06h00

Redacção Redacção

Hugo Pires, candidato do PS, manteve encontro informal com o coordena-dor da comissão instaladora da Associação Empresarial do Minho.

A carência de parques empresariais no concelho e a ausência de um plano de mobilidade regional foram temas abordados durante uma conversa informal entre o candidato do Partido Socialista (PS) à presidência da câmara de Braga, Hugo Pires, e o coordenador da comissão instaladora da Associação Empresarial do Minho, Ricardo Costa.
No encontro, integrado no ciclo ‘Tempo de Ouvir’ que a pré-campanha socialista dedica à auscultação dos bracarenses e das suas estruturas representativas, Hugo Pires refer ter ouvido de Ricardo Costa “aquilo que vem sendo repetido pelo empresariado bracarense: o concelho padece da falta de equipamentos para a instalação de novas empresas, que assim se dirigem para onde existe essa oferta”.
Ricardo Costa, que se fez acompanhar por Ramiro Brito, vice-presidente na lista única que se candidata às primeiras eleições da AEMinho, relevou também o facto de os parques empresariais existentes em Braga, já com décadas de instalação, se encontrarem desactualizados face às exigências do mercado e às características dos investimentos que a cidade de Braga está a atrair.
“Ao contrário de outrora, hoje temos uma procura de parques empresariais mais voltados para os serviços e para as tecnologias, que têm necessariamente outras exigências”, sublinhou o empresário.
Hugo Pires e Ricardo Costa concordaram ainda sobre a urgência de pensar a mobilidade, não apenas para Braga, mas para a região de que Braga é centrípeta, pensada nas características do trabalho que as cidades desta área oferecem.
Outro ponto em que se manifestaram de acordo foi na necessidade de capacitar a rede de apoio às famílias, designadamente às jovens famílias, “que não têm onde deixar os filhos” mais novos enquanto vão trabalhar.
Ricardo Costa, que se propõe liderar a estrutura associativa do empresariado minhoto, defendeu também “o imperativo” de “agilizar os licenciamentos municipais”, designadamente os licenciamentos industriais.
O dirigente associativo aproveitou, entretanto, para dar conta ao candidato das suas propostas para a Associação Empresarial do Minho, que se propõe fazer a “promoção e defesa da iniciativa empresarial como vector essencial do desenvolvimento económico, social e cultural da região, assim como o reforço da sua competitividade e resiliência”.

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