Correio do Minho

Braga, quinta-feira

Empresa de mármores cria 30 postos de trabalho em Chafé
Desigualdades exigem “mudança de atitudes”

Empresa de mármores cria 30 postos de trabalho em Chafé

Projeto de requalificação da Zona Industrial de Pencelo apresentado aos empresários

Economia

2018-07-31 às 22h29

Miguel Viana

Investimento total ronda os quatro milhões de euros. A nova estrutura deve começa a ser construída este ano de modo a estar em pleno funcionamento em 2019.

Trinta novos postos de trabalho é quanto a empresa ‘Ventestival Ldª’ prevê criar, numa primeira fase, na nova unidade industrial a construir na freguesia de Chafé.
O projecto foi apresentado ontem em conferência de imprensa na Câmara Municipal de Viana do Castelo.
O vereador do pelouro do Desenvolvimento Económico da autarquia vianense, Luís Nobre, realçou que se trata do 31º projecto de grande dimensão a instalar-se no concelho, e que “vem ao encontro da meta estabelecida pelo executivo municipal de, até 2020, ter a capital do Alto Minho no ‘top ten' das exportações portuguesas. Acreditamos que o seu investimento vai concorrer para esse objectivo estratégico”. Luís Nobre fez também saber que todos esses investimentos permitiram criar cerca de três mil empregos no concelho

O vereador explicou que empresa aposta nas novas tecnologias, principalmente ao nível do sistema de corte das placas de granito, o “que concorre para a economia circular e para o reaproveitamento de recursos.”
O proprietário da empresa, Manuel Soares, fez saber que o investimento total do projecto ronda “entre 3,5 a quatro milhões de euros, na construção da unidade e na aquisição de equipamentos, estes últimos financiados por fundos do Portugal 2020.”

A nova empresa, explicou o empresário, vai ocupar uma área de cerca de 10 mil metros quadrados, e juntar as duas unidades industriais que o grupo Manuel Soares já tem a funcionar no concelho. “O nosso objectivo é aumentar a nossa capacidade de produção, porque já estamos limitados pelo número de projectos que desenvolvemos, e sobre tudo desenvolver a tecnologia para resolver as questões do peso e das dimensões”, admitiu o empresário.
Manuel Soares afirmou que a nova empresa “vem revolucionar o mercado, porque é um processo novo, que só se usava na aeronáutica e nos navios”. Trata-se da divisão dos blocos em dois, através de um sistema de corte, que permite um melhor aproveitamento de ambas as placas. A nova empresa deve começar a ser construída até ao final deste ano e deverá entrar em funcionamento no fim de 2019.
Algumas das grandes marcas do mundo da moda estão entre os principais clientes, espalhados pela Europa, Estados Unidos da América, Ásia e Médio Oriente.

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