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Ecomuseu do Vale do Neiva já tem verbas

Cávado

2021-03-05 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Com financiamento aprovado no âmbito do programa SUDOE, Barcelos associa-se a consórcio que integra Espanha e França.

A candidatura do projecto do Ecomuseu do Vale do Neiva, em Barcelos, foi aprovada pelo programa SUDOE (Interreg VB – Sudoe). Trata-se de um financiamento de110 mil euros, representando 75% do total do investimento, que tem como objectivo lançar as bases do Ecomuseu e combinar o desenvolvimento económico com a preservação do património cultural intangível.
O projecto, aprovado no âmbito da implementação de acções-piloto e estratégias de valorização do património cultural imaterial que promovam o desenvolvimento local sustentável e a coesão dos territórios periféricos do espaço do SUDOE, “incide numa área geográfica alargada, que inclui a França (chefe de fila do programa), a Espanha e Portugal, sendo Barcelos o único concelho do país a participar no consórcio de entidades parceiras deste programa”, informa o Município de Barcelos.

O projecto piloto do Ecomuseu do Vale do Neiva integra duas fases. “A primeira fase é o lançamento das bases do Ecomuseu, incluindo a criação de uma Comissão Instaladora, a inventariação do património material e imaterial do Vale do Neiva, a criação de suportes digitais (escritos e audiovisuais) sobre o património inventariado; a definição/criação de rotas turístico- culturais e a criação de um espaço virtual (web) do ecomuseu”, adianta ainda o município no comunicado.
Já a segunda fase do projecto será caracterizada pela “criação de um espaço físico para a sede do Ecomuseu do Vale do Neiva”, realça o Município de Barcelos na nota enviada.

O vale de qualquer rio é habitualmente um território marcado por identidades muito próximas, inter-influentes, que se estruturaram ao longo da história como um “espaço vital, rico em património cultural”. Quando o curso fluvial corre entre margens muito próximas, como é o caso no Rio Neiva, “o seu vale adquire uma organização de interdependências muito fortes nas comunidades aí existentes”. Por isso, acrescenta o mesmo documento, “imprime a todo o espaço uma identidade muito particular e as comunidades ribeirinhas adquirem a consciência de que pertencem a um legado histórico e patrimonial comum, rico em paisagem natural, histórias, tradições, lendas, saberes e ofícios”.
É, assim, “oportuno congregar os elementos materiais, tecnológicos e as vivências sociais e culturais do Vale do Neiva dentro de uma ‘paisagem cultural’ e um ‘território patrimonial’, dando-lhe corpo e voz através da criação de um Ecomuseu do Vale do Neiva.

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