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Dstgroup constrói novo edifício do complexo da sede da EDP em Lisboa
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Dstgroup constrói novo edifício do complexo da sede da EDP em Lisboa

Economia

2020-07-16 às 18h00

Redacção Redacção

Projeto arquitetónico tem assinatura do chileno Alejandro Aravena, Pritzker em 2016

O dstgroup, através das subsidiárias dst, sa, dte - instalações especiais - e bysteel, está a construir o novo edifício EDP, em Lisboa, desenhado pelo vencedor do Pritzker 2016, o arquiteto chileno Alejandro Aravena, em colaboração com o arquiteto Carrilho da Graça.

A obra, com uma linguagem estética assente nas potencialidades do betão e do vidro, aposta no aproveitamento de materiais resultantes da demolição dos edifícios existentes no local da empreitada e distingue-se pela utilização de materiais sustentáveis que lhe confere um caráter de construção intemporal. Com data de conclusão prevista para o primeiro semestre de 2022, o edifício terá uma área bruta de construção de 23 800 m2 e uma área útil para serviços de 11 400 m2, além de quatro pisos de estacionamento com 257 lugares, dos quais 97 serão públicos.

Os trabalhos já arrancaram com as demolições dos edifícios que existiam no local, já em fase de conclusão, e a execução da contenção periférica da obra, que permitirá posteriormente iniciar a escavação do terreno. Assim que estiver concluído, o edifício será ocupado por cerca de 800 colaboradores da EDP que se encontram noutros espaços em Lisboa, aproximando-os da sede da empresa, inaugurada em 2015, em frente ao novo edifício.

A construtora dst é a responsável pela execução da empreitada, que inclui, numa primeira fase, a demolição dos edifícios existentes e a escavação com contenção periférica destinada à construção do parque de estacionamento subterrâneo. O novo edifício, que fará parte do complexo da sede da EDP, em Lisboa, prevê a construção de duas torres, nascente e poente, interligadas na cave e erguidas ao longo de seis pisos acima do solo, por onde se distribui o átrio e a receção, no piso 0, escritórios, entre o primeiro e o quarto andar, e, por fim, ginásio, esplanada, sala de conferências e cobertura. A área ronda os 1.000m2 por piso e por torre.

Na zona central do empreendimento, localizada no piso 0, será construído um túnel de acesso às duas torres, estando ainda projetado um "bloco exterior inclinado" que encostará na torre poente assemelhando-se a um "livro tombado". O interior desta praça central foi projetado para funcionar essencialmente como átrio e cafetaria, já fora da implantação das duas torres, um espaço exclusivamente público, que beneficiará ainda de uma plataforma que servirá como miradouro do rio Tejo. Pensado também para o público e os turistas, o novo edifício da EDP trará uma nova dinâmica arquitetónica, quer em termos de conceito de redesign do interior e do exterior dos edifícios da empresa, quer em termos de lazer à zona ribeirinha da cidade.

Nesta empreitada participam diversas empresas e departamentos do dstgroup, nomeadamente bysteel, dte, tbetão, tgeotecnia em parceria com a empresa BIM+, cuja capacidade produtiva interna permitirá que todo o projeto seja preparado e modelado em BIM, uma metodologia transversal às várias empresas daquele grupo empresarial.

José Teixeira, presidente do Conselho de Administração do dstgroup, considera que “a conquista desta empreitada, para além de valorizar o portfólio do grupo com uma obra emblemática que será um marco na paisagem urbana da capital, trouxe um apport extra de incentivo junto das equipas que estarão diretamente envolvidas na execução da nova sede da EDP. Teremos várias empresas e equipas mobilizadas em torno desta obra comprometidos em dar o seu melhor ao serviço deste projeto assinado pelo reconhecido arquiteto Alejandro Aravena, em colaboração com o arquiteto Carrilho da Graça”.

O dstgroup mantém um plano de contingência extremamente rigoroso, quer na sede da empresa quer nas empreitadas atualmente em execução, decorrente das medidas adotadas no contexto de COVID-19.

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