Correio do Minho

Braga, segunda-feira

Docente coordena Observatório das Comunidades Ciganas
Drive it Day de Braga superou as melhores expectativas

Docente coordena Observatório das Comunidades Ciganas

Júlia Ramalho e Amadeu Lemos distinguidos

Ensino

2018-03-14 às 11h26

Redacção

Maria José Casa-Nova, professora do Instituto de Educação, assume esta unidade informal que es-tá ligada ao Alto Comissariado para as Migrações e à secretária da Estado para a Cidadania e Igualdade.

Maria José Casa-Nova, professora do Instituto de Educação da UMinho, acaba de assumir a coordenação do Observatório das Comunidades Ciganas. Esta unidade informal está ligada ao Alto Comissariado para as Migrações (ACM) e à secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Lopes Monteiro. Para Maria José Casa-Nova, este convite significa o reconhecimento de todo o trabalho científico e de intervenção politico-cívica que tem desenvolvido com a população cigana desde 1991. Para mim, aceitá-lo é o prolongamento do meu comprometimento com uma determinada mudança social, no sentido da humanização das sociedades, considera.

O Observatório tem como missão o estudo e o acompanhamento estratégico e científico da população cigana em Portugal e o apoio ao ACM, sobretudo na produção de recomendações para a concepção de políticas públicas. A investigadora explica que o trabalho do Observatório se desenvolverá em torno de quatro dimensões fundamentais: realização e publicação de investigação científica nacional (e investigação internacional comparada); parcerias com centros de investigação e organizações não governamentais; participação em conferências, reuniões e redes nacionais e internacionais ligadas à população cigana e às problemáticas da desigualdade, da discriminação e dos Direitos Humanos; publicação de uma newsletter e realização de conferências nacionais e internacionais científicas e sobre os projectos do Observatório das Comunidades Ciganas.
O desenvolvimento deste trabalho conjunto auxiliará a elaboração de políticas públicas teórica e empiricamente sustentadas, a visibilização positiva da população cigana na sociedade portuguesa e a projecção internacional do Observatório, da produção científica e das políticas públicas portuguesas neste âmbito, resume a responsável.

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