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Desporto

2018-01-15 às 06h00

Carlos Costinha Sousa

Equilíbrio foi a nota mais dominante no duelo entre Vilaverdense e Merelinense, que terminou com o empate a duas bolas, depois de 95 minutos de futebol intenso e de boa qualidade.

No dérbi minhoto entre candi-datos à subida no Campeonato de Portugal, Vilaverdense e Merelinense empataram a duas bolas, num duelo bem disputa-do e em que o equilíbrio acabou por ser a nota dominante.
O jogo começou praticamente com o golo do Merelinense que, na primeira jogada ofensiva da partida, conseguiu desfeitear o guarda-redes Pedro Freitas que, ainda por cima, se lesionou e teve que ser substituído. O lance foi confuso na área vilaverdense e terminou com Rodrigo Borges a conseguir desviar o esférico para o primeiro golo do jogo.

Um golo que acalmou o Merelinense, mas talvez de mais já que o Vilaverdense, a partir daí, tomou conta da partida, assumiu a posse da bola e as iniciativas atacantes foram constantes, conseguindo criar algumas situações de perigo para a baliza de Rego. E aos 13 minutos o Vilaverdense viu Latyr Fall desperdiçar uma oportunidade soberana para o empate, permitindo a defesa de Rego a um penálti.
Até ao intervalo a pressão do Vilaverdense foi sempre maior, perante um Merelinense na expectativa e a controlar a magra vantagem que tinha no jogo, mostrando-se pouco a nível ofensivo.

E aos 43 minutos, aproveitando uma escorregadela de Diogo Vila que não conseguiu cortar a bola, Rafa Miranda isolou-se na cara de Rego e desviou o esférico para o fundo das redes do Merelinense. Um golo que voltou a colocar o empate no marcador, que se manteve até ao intervalo e que era justo perante a eficácia do Merelinense e a insistência do Vilaverdense.

No segundo tempo o jogo decorreu de forma mais equilibrada, com o Merelinense a entrar melhor na partida e a conseguir impor-se um pouco mais, ainda que sem criar grandes situações de perigo para a baliza contrária, com excepção de uma série de seis pontapés de canto praticamente seguidos que levaram o perigo a rondar o último reduto vilaverdense, mas sem efeitos práticos. Mas o golo do Merelinense acabaria mesmo por surgir aos 75 minutos, na sequência de um penálti que sancionou falta sobre Perre e que Hélder Sousa converteu com sucesso, colocando novamente os bracarenses em vantagem, mas que durou pouco tempo.
Isto porque aos 82 minutos o Vilaverdense chegou novamente ao empate, com golo de Joel Silva, de cabeça, na sequência de um pontapé de canto apontado por André Soares, que acabou por fixar o 2-2 como resultado final do encontro.

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