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Casos do Dia

2010-06-01 às 06h00

Teresa M. Costa

Ataque inicial é prioridade no combate aos incêndios. Dispositivo especial (DECIF) para 2101 está operacional a partir de hoje.

A partir de hoje, está operacional o dispositivo especial de combate a incêndios florestais (DECIF) do distrito de Braga para 2010.
Ao todo, são 422 elementos, entre bombeiros, sapadores florestais e militares da GNR, num dispositivo que é semelhante ao de 2009.

No que toca a meios aéreos, já está operacional o helicóptero pesado - o Kamov - baseado em Braga - e um helicóptero ligeiro sediado no Centro de Meios Aéreos (CMA) de Fafe.
A partir de 1 de Julho - altura em que se inicia a fase Charlie que vigora até 30 de Setembro - integrará o DECIF mais um helicóptero de ataque inicial, também no CMA de Braga.

No seio dos bombeiros do distrito, estão disponíveis, a partir de hoje, 16 equipas de combate a incêndios nascentes (ECIN) para a primeira intervenção que conta também com o Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR.
O ataque inicial é assumido como prioridade.

O comandante distrital de Operações de Socorro (CODIS), Hercílio Campos, aponta a “prevenção, detecção atempada e fiscalização” como “o único caminho para baixar o número de ocorrências”.
O distrito de Braga continua a figurar entre os que registam maior número de ignições.

De acordo com o relatório anual de áreas ardidas e ocorrências da Autoridade Florestal Nacional (AFN) de 2009, Braga foi o segundo distrito com maior número de ocorrências, a seguir ao Porto.
Braga é também o terceiro distrito do país em área ardida, embora sejam predominantemente matos, há também a registar a perda de mais de três mil hectares de povoamentos.

A deflagração de incêndios durante o período nocturno é outro problema a atacar, admite Hercílio Campos, reafirmando as vertentes da prevenção, detecção atempada e fiscalização.
O CODIS de Braga defende também uma alteração à legislação no que toca a queimas e queimadas, com o argumento de que as pessoas têm dificuldade em distinguir estas situações, que, muitas vezes, resultam no uso negligente do fogo.

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