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Corrida aos combustíveis gera filas em vários postos

Cávado

2019-04-18 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Greve dos motoristas de matérias perigosas deixou vários postos de abastecimento ‘secos’ e causou muitas filas nos têm combustível.

Ao terceiro dia de greve dos motoristas de matérias perigosas, acentuou-se a corrida aos postos de abastecimento de combustível em todo o país com várias ‘bombas a secar” em Braga, sobretudo no gasóleo.
A estimativa da Associação Nacional de Revendedores de Combustível (ANAREC) apontava ontem para cerca de 40 por cento de postos da rede nacional inactivos ou em situação de pré-ruptura de 'stock'.
Bastou uma ronda pelos postos de abastecimento de combustível da zona urbana de Braga para confirmar a estimativa da ANAREC com vários postos ‘barrados’ ao abastecimento.
A ruptura verificou-se sobretudo no gasóleo simples.
Foram vários os postos que afixaram avisos a dar conta de combustíveis esgotados.
Num dos postos podia ler-se que o produto - gasóleo - estava esgotado devido à greve dos motoristas.
Alguns condutores ainda fizeram uma aproximação à bomba, mas quando se apercebem seguem viagem.
A procura triplicou, confirmou ao ‘Correio do Minho’ o funcionário de um posto de abastecimento onde o gasóleo simples estava esgotado.
Nos postos de abastecimento onde há combustível aumenta a fila e o tempo de espera para abastecer, além do acréscimo de trabalho para os funcionários.
No acesso a um posto de abastecimento em Gualtar, onde as filas são uma constante desde terça-feira, a fila prolongou-se pela Estrada Nacional 103, mas os automobilistas tiveram o cuidado de encostar à berma, facilitando a circulação na estrada.
A crise de uns é a oportunidade de outros com os preços a aumentarem, na maioria dos postos de abastecimento, com o aumento da procura.
O aumento do preço não impediu Marisa Fernandes de atestar o depósito do seu automóvel.
Foi a luz da reserva que levou esta bracarense à bomba de gasolina. “Tinha mesmo que abastecer” afirmou ao ‘Correio do Minho’, confessando que não costuma atestar o depósito, mas fê-lo pelas notícias que tem ouvido.
Carlos Rodrigues também foi atestar o seu automóvel, mas porque se prepara para rumar ao Algarve e quis precaver-se para a viagem.
A única diferença foi que Carlos Rodrigues teve que procurar um posto diferente para se abastecer porque o do costume não tinha gasóleo.
Maria Machado é cliente do posto e foi abastecer porque precisava, mas só se apercebeu da ‘greve’ quando se deparou com a longa fila.

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