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Economia

2021-01-18 às 08h03

Redacção Redacção

Associações empresariais do distrito de Braga defendem que o comércio de proximidade devia ser excluído do confinamento e apela ao Governo para que disponibilize os apoios às empresas com mais rapidez. O objectivo é evitar encerramentos.

As associações empresariais do distrito de Braga estão preocupadas com o impacto do confinamento na sustentabilidade das empresas de comércio, serviços e restauração.
Num comunicado conjunto, as associações (Associação Comercial de Braga, Associação Comercial e Industrial de Barcelos, Associação Comercial e Industrial de Esposende, Associação Comercial e Industrial de Famalicão, Associação Comercial e Industrial de Vizela e Associação Empresarial de Fafe, Cabeceiras de Basto e Celorico de Basto), afirmam que “temem que o novo confinamento provoque um aumento sem precedentes do número de encerramentos de estabelecimentos e de empresas” e a consequente perda de postos de trabalho. No mesmo documento referem que “o Governo podia e devia excluir do novo confinamento o comércio de proximidade”, já que o mesmo cumpre com rigor as normas e boas práticas de higiene e segurança estabelecidas pela Direcção-Geral de Saúde e não está sujeito a uma grande pressão de procura por parte dos consumidores.

As associações comerciais do distrito de Braga consideram que os apoios que têm sido disponibilizados pelo Governo “são manifestamente insuficientes” e reiteram a necessidade dos mesmos chegarem às empresas com mais rapidez.
Em relação ao lay-off simplificado, as entidades representativas dos comerciantes no distrito de Braga defende que “seja comparticipado a 100 por cento pela Segurança Social, para as empresas que tenham encerrado devido ao confinamento, ou cuja facturação tenha sido penalizada pelo confinamento.

A adopção de um regime especial de apoio às rendas dos meses de Janeiro e Fevereiro, que assegure a comparticipação integral do valor das rendas e a concretização de um programa de promoção da retoma das actividades económicas mais afectadas pelo confinamento, são outras das propostas das associações de comerciantes.
As mesmas estruturas apelam aos portugueses que cumpram escrupulosamente as regras deste confinamento, para que se reduza, com o almejado sucesso, o número de infecções, respeitando, deste modo, os enormes sacrifícios a que estão a ser sujeitas as empresas portuguesas e o esforço dos vários profissinais de saúde.

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