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Concurso de bandas é oportunidade para mostrar evolução artística

Braga

2017-11-26 às 11h27

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Com o Parque de Exposições em obras de reabilitação, é o Auditório Vita a acolher o Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga por ser o espaço que melhores condições acústicas oferece para este tipo de evento. A novidade desta quarta edição é a obrigatoriedade de todas as bandas a concurso interpretarem uma peça do jovem compositor bracarense Carlos Brito Dias, composta especificamente para este concurso.

Com o Parque de Exposições em obras de reabilitação, é o Auditório Vita a acolher o Concurso de Bandas Filarmónicas de Braga por ser o espaço que melhores condições acústicas oferece para este tipo de evento. A novidade desta quarta edição é a obrigatoriedade de todas as bandas a concurso interpretarem uma peça do jovem compositor bracarense Carlos Brito Dias, composta especificamente para este concurso.

“É o novo elemento diferenciador das bandas. Todas vão interpretar a peça de Carlos Brito Dias, sendo que se trata de uma peça que simboliza alguns ambientes do São João de Braga e que desafia as bandas para sonoridades diferentes da sua zona de conforto”, explicou Lídia Brás Dias, vereadora da Cultura ao ‘Correio do Minho’, realçando a parceria com a Associação de Festas de São João, que atribui os prémios mais apetecidos.

Além de prémios monetários atribuídos pelo Município, as seis bandas melhor classificadas ganham um contrato para participar na edição de 2018 das Festas de São João de Braga.
Rui Ferreira, presidente da Associação de Festas de São João, refere que as bandas filarmónicas têm lugar de destaque no São João de Braga e a realização deste concurso facilita o recrutamento das mesmas.

Sendo as bandas melhor classificadas aquelas que ganham o passaporte para as festas da cidade, está também garantida a qualidade das contratações.
“É um investimento entre os 30 mil e os 40 mil euros que a Associação de Festas faz, mas que se justifica plenamente”, refere, realçando que pelo facto de ser do concelho, independentemente do lugar em que ficar classificada no concurso, a Banda de Cabreiros tem sempre lugar garantido no São João.
Na abertura do evento, a vereadora da Cultura realçou que este concurso já está consolidado e a prova disso era precisamente o facto de ter diante de si um auditório cheio, cenário que se deve voltar a repetir hoje durante o dia.
Demonstrativo da importância deste concurso é a adesão das bandas. Trinta inscreveram-se, mas apenas 15 tiveram lugar (limite de participantes). Há seis lugares cativos para bandas do distrito, mas só cinco se inscreveram, o que significa que do total de bandas a concurso dez são “do resto do país” — o que quer dizer que do total de inscrições 25 foram de fora do distrito de Braga.
Lídia Dias referiu ainda que as bandas encaram este concurso como uma oportunidade para se afirmarem e chamarem a atenção para a forma como evoluem artisticamente, recordando que um dos objectivos deste evento consiste em ajudar a valorizar a história das bandas filarmónicas e o seu papel na sociedade portuguesa.

A vereadora realçou que além da Associação de Festas de São João este concurso conta ainda com outros parceiros, nomeadamente o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian, a Afinaudio, a Sons do Clássico, o Pingo Doce.

Ontem actuaram sete bandas: Banda Musical de Loivos (Chaves); Banda Musical de Fajões (Oliveira de Azeméis); Banda Filarmónica Ovarense (Ovar); Banda Marcial de Arnoso (Famalicão); Banda Musical Leverense (Vila Nova de Gaia); ARMAB - Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca (Albergaria-a-Velha); Banda Musical de Calvos (Póvoa de Lanhoso); e a Banda de Música Sociedade Filarmónica Vizelense (Vizela).

Carlos Brito Dias, Gil Magalhães, Ilídio Costa, Filipe Silva e José Eduardo Gomes integram o jurí que terá a difícil tarefa de avaliar e classificar as 15 bandas que ontem e hoje passam pelo Auditório Vita.

A sessão de encerramento e entrega de prémios está marcada para as 18 horas.

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