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Comércio já supera vendas de 2019, mas alojamento ainda está a iniciar retoma
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Comércio já supera vendas de 2019, mas  alojamento ainda está a iniciar retoma

Braga

2021-10-13 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Este Verão marcou o início da retoma na economia bracarense, mas com os sectores a recuperar a diferentes velocidades. Se o comércio a retalho já supera, desde Maio, as vendas de 2019, no alojamento a retoma ainda está a dar os primeiros passos.

A retoma da economia bracarense está em marcha, mas com os sectores a recuperar a diferentes velocidades. Se no caso do comércio a retalho as vendas já superam as de 2019, no sector do alojamento ainda se fazem sentir os efeitos da pandemia.
“O Verão acabou por ser o início deste processo de retoma”, nota Rui Marques. O director-geral da Associação Empresarial de Braga (AEB) avança que o foi no sector do comércio a retalho onde a retoma se começou a sentir primeiro: “Desde Maio que temos vindo a registar um crescimento sucessivo de vendas face aos mesmos meses de 2019, portanto face ao que tínhamos antes da pandemia”.
Já na restauração, a retoma também já se faz sentir, embora tenha arrancado uma pouco mais tarde. “Na restauração, este processo de retoma iniciou-se há três meses, portanto, Julho, Agosto e Setembro, comparando com os meses homólogos pré-pandemia, têm registado um crescimento contínuo”, revelou Rui Marques.
É no sector do alojamento a retoma está a acontecer de forma mais lenta. “Temos assistido ao aquecimento da economia graças aos consumidores residentes e turistas nacionais. Os turistas estrangeiros, que até já vamos vendo na cidade, ainda estão longe dos números de 2019 e são esses que têm mais peso nas dormidas”, refere o director-geral da AEB, realçando, porém que os meses de Agosto e Setembro acabaram por registar melhorias, “denotando já alguma recuperação”, acrescentou.
Apesar de ter sido dos sectores mais atingidos pela crise, o sector do alojamento mostrou-se resiliente e mantém-se praticamente todo no activo. Os encerramentos registados foram muito residuais.
Já no caso da restauração houve alguns espaços que fecharam, mas “este é um sector muito dinâmico e com o processo de retoma já se percebe a chegada de novos agentes económicos. Portanto rapidamente superaremos o cenário pré-pandemia”.
Rui Marques realça que o que se passa em Braga não pode ser transposto para o resto do país. “Braga é um caso de sucesso em Portugal e percebe-se que continua a ser um mercado apetecível para os investidores”, refere.
As expectativas da AEB é de em 2022, os sectores que dependem do turismo superem o ano de 2019 “tanto ao nível dos proveitos como das dormidas”.
Rui Marques acredita que Braga vai recuperar a ascensão que vinha registando e termos turísticos e manter-se como um dos mais procurados destinos citadinos da Península Ibérica.

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