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Colocação de pessoal não docente preocupa Agrupamento de Celeirós
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Colocação de pessoal não docente preocupa Agrupamento de Celeirós

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Colocação de pessoal não docente preocupa Agrupamento de Celeirós

Ensino

2016-09-09 às 08h05

Isabel Vilhena Isabel Vilhena

Está tudo a postos para a abertura de mais um ano lectivo no Agrupamento de Celeirós. Na sessão de abertura e entrega de prémios de mérito e excelência, a directora do agrupamento manifestou preocupação com a falta de pessoal não docente.

Na contagem decrescente para o arranque do novo ano lectivo, o Agrupamento de Escolas de Celeirós tem como grande preocupação a colocação do pessoal não docente.
“A falta de pessoal não docente é a nossa maior preocupação. Estávamos com o problema dos professores que só hoje saiu a mobilidade por doença, o que nos impediu até ao momento fazer a organização atempada dos horários porque acaba por haver acertos e segundas colocações”, disse ontem ao ‘Correio do Minho’ a directora do Agrupamento de Escolas de Celeirós Célia Simões, na sessão solene de abertura do ano lectivo 2016/ /2017 e entrega de prémios de Mérito e Excelência onde foram distinguidos 17 alunos por mérito escolar e uma aluna, Cristiana Oliveira Ferreira, com prémio de excelência.
A cerimónia de abertura do ano lectivo contou com a presença da vereadora da Educação, Lídia Dias, que deixou o compromisso de cumprir os rácios naquilo que é exigido no que diz respeito ao pessoal não docente. “Para nós é um enorme esforço esta questão da colocação de pessoas com competências para vir trabalhar para uma escola, mas iremos cumprir”, afirmou a vereadora, adiantando que à semelhança do ano anterior, a câmara deverá recorrer às medidas Contrato Emprego-Inserção ‘CEI+’ para reforçar o pessoal não docente, levando à integração de pro- fissionais que estão desempregados.
Célia Simões assinalou as boas condições dos equipamentos e espaço físico. “Nós aqui fizemos a nossa obra do Orçamento Participativo dos dois projectos que ganhamos o ano passado: a acústica do pavilhão e o projecto ‘Pedalar para a sustentabilidade’. “Vamos conseguir ter este ano melhores condições não só de trabalho para os professores e para os alunos com a melhoria acústica do pavilhão”.
No total o Agrupamento de Escolas de Celeirós apresenta 931 alunos. Um número que deixa Célia Simões satisfeita, tendo em conta a realidade nacional. “Tendo em conta que a maior parte das escolas perde alunos, de ano para ano, eu acho que não estamos muito mal. Sabemos que algumas escolas fecharam na periferia e isso levou a uma redistribuição desses alunos e aí tivemos a sorte de beneficiar de alguns alunos dessas escolas. Mas também acho que não é por caso, porque algumas são de longe e se nos escolheram é porque já conhecem o nosso trabalho e deram preferência ao nosso projecto”.
‘Construir o Futuro’ é o lema do projecto educativo do Agrupamento de Escolas de Celeirós. “É isso que se faz numa escola e concretamente em Celeirós. Construir o futuro dos nossos alunos, logo novo ano é sinómino de novos desafios. A escola tem que se reinventar, sob pena de ficarmos a cada ano mais longe dos nossos alunos e da evolução social. Eu diria que é quase uma revolução, mais do que uma evolução porque tudo acontece de uma forma muito acelerada”, afirmou Célia Simões.

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