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Braga, sexta-feira

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Braga

2019-10-21 às 06h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Na última reunião da Assembleia Municipal, realizada na passada sexta-feira à noite, vários partidos fizeram um balanço do mandato da coligação ‘Juntos por Braga’.

A meio do ciclo desenhado para três mandatos, João Marques apresentou, na reunião da Assembleia Municipal de Braga, que se realizou na noite de sexta-feira, defendeu, numa declaração política da bancada do PSD, que “o muito que se alcançou, se mais não se fizesse até ao final do mandato, era já bastante para confirmar que a mudança operada em 2013 foi verdadeiramente revolucionária”. Em resposta, os partidos da oposição foram unânimes e não faltaram “fragilidades” para apontar.

Depois de fazer um resumo do trabalho realizado por este executivo, João Marques foi peremptório: “esta é a visão lúcida, consciente, mas actuante que nos permite acompanhar, com redobrado entusiasmo, ainda que sem prescindir de um sentido crítico apurado, o trabalho dedicado que diariamente Ricardo Rio e a sua equipa oferecem à causa pública”. E o deputado foi mais longe: “costuma dizer-se que no meio está a virtude. Se assim é, no meio do meio estará a melhor ou maior virtude. A crença é a de que o melhor ainda está para vir”.

Depois de analisar os resultados das últimas eleições legislativas, João Medeiros, da bancada do CDS, conclui que “Braga escolheu a coligação que se debate pelo território e pelos bracarenses”. E prova dessa proximidade “foi a participação em massa dos bracarenses no jantar onde se celebraram os seis anos de trabalho da coligação ‘Juntos por Braga’”.

João Baptista da CDU foi taxativo: “em pouco tempo passamos de uma reivindicação de transparência nas decisões para a farsa da discussão pública. Passamos de cidade saturada de betão e asfalto para uma cidade onde sem pudor os espaços verdes dão lugar a parques de estacionamento. Passamos de uma cidade que despreza e destrói o património para uma em que o património não pode travar o progresso. Passamos de uma cidade na mão dos empreiteiros para uma cidade que se ajoelha aos vários interesses privados”. E João Baptista foi mais longe: “passamos de um executivo que só se preocupava com o circo para outro que leva isso ao extremo com tantas festas e festinhas”.

Já o PS, através de Eduardo Gouveia, depois de desejar felicidades aos deputados eleitos e agradecer a Hugo Soares e Carla Cruz pelo trabalho desenvolvido, deixou um recado ao actual executivo: “culpar o Estado Central e argumentos de vitimização sobre contas do passado são facilmente refutáveis quando centenas de milhar euros são alocados anualmente a políticas totalmente irrelevantes para a melhoria da qualidade”. E o deputado foi peremptório: “é tempo de pensar e agir em nome do futuro melhor para Braga”.

Votos de pesar seguidos de minuto de silêncio

O período antes da ordem do dia da reunião da Assembleia Municipal de Braga ficou marcado por vários votos de pesar, seguidos de um minuto de silêncio
A bancada socialista apresentou um voto de pesar pela morte de António Sousa Fernandes, “referência incontornável da cidade, da universidade e da igreja”, manifestando-se o “reconhecimento e gratidão pelo trabalho incansável e pela sua dedicação a muitas instituições e organizações da região, onde se notabilizou pelas ideias inovadoras e empenho cívico”.
Já a bancada social-democrata lembrou o também ex-presidente da Assembleia Municipal de Braga que “marcou o ambiente e a identidade” daquele órgão.
O CDS, por sua vez, louvou os dois dias de luto municipal após a morte do padre.

Entretanto, o BE apresentou um voto de pesar pela violência contra as mulheres, “exortando o executivo a ser diligente e pro-activo no encaminhamento e apoio às vítimas”, seguindo-se depois um minuto de silêncio “pelas vítimas mais recentes de feminicídio”.
Também o PPM apresentou um voto de pesar por Miguel Sá Menezes, que foi aprovado por unanimidade e seguido por um minuto de silêncio.

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