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Câmara reabilita e constrói “casas dignas” para 47 famílias carenciadas
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Câmara reabilita e constrói “casas dignas” para 47 famílias carenciadas

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Câmara reabilita e constrói “casas dignas” para 47 famílias carenciadas

Alto Minho

2021-07-21 às 06h00

Redacção Redacção

Investimento é de 16,1 milhões de euros, sendo que a comparticipação do Estado é feita no âmbito do programa ‘1.º Direito’, cabendo à autarquia o pagamento de 4,5 milhões de euros. O objectivo é construir ou reconstruir habitações até 2026.

Cerca de 16, 1 milhões de euros é quanto a Câmara Municipal de Caminha espera investir, nos próximos seis anos na construção e recuperação de casas para famílias carenciadas.
O investimento é feito no âmbito da Estratégia Local de Habitação (ELH) e prevê “reabilitar 22 habitações, adquirir e reabilitar mais 16 e construir outras nove, num total de 47 novas habitações”, indicou a autarquia caminhense.
O objectivo é que todas as pessoas do concelho tenham uma casa digna até 2026.
O financiamento do projecto enquadra-se no programa do Governo ‘1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação’, cabendo ao município financiar 4,5 milhões de euros.
A ELH foi aprovada por unanimidade em reunião de Câmara na passada segunda-feira e vai ser submetida à Assembleia Municipal.
A elaboração da ELH foi da responsabilidade do vereador Rui Lages e contou com a colaboração de presidentes de Junta e Uniões de Freguesia e da àrea de Acção Social do município de Caminha.
Esta estratégia “tem por base um diagnóstico das carências existentes relativamente ao acesso à habitação, dos recursos e das dinâmicas de transformação das áreas a que se referem, de forma a definir as metas e os objectivos a atingir no período da sua vigência, especificar as soluções habitacionais a desenvolver e a sua priorização”.
O presidente da Câmara, Miguel Alves, explicou que “o alcance da ELH é alargado, sendo efectivamente o primeiro objectivo erradicar as casas indignas do concelho de Caminha, mas também o de criar condições para atrair mais famílias e fixar jovens, disponibilizando casas boas a preços acessíveis, e ainda incentivar os privados a investir ainda mais do que já têm vindo a fazer”.
O vereador Rui Lages salientou que este é “um documento estratégico, não estanque, que identifica os problemas e indica os caminhos a seguir para os erradicar”.

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