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Câmara Municipal cria Mausoléu de Artistas e Homens de Letras de Viana do Castelo
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Câmara Municipal cria Mausoléu de Artistas e Homens de Letras de Viana do Castelo

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Alto Minho

2018-09-13 às 16h14

Redacção

O Mausoléu ficará instalado, de acordo com o livro “O Cemitério de Viana do Castelo”, da autoria de Francisco Queiroz, num jazigo que corresponde a um mausoléu dedicado a Belchior Soares da Silva e sua mulher, Ângela Custódia do Espírito Santo.

Com o objetivo de homenagear e preservar a memória de artistas e homens de letras de Viana do Castelo ou que tenham notabilizado Viana do Castelo, o Presidente da Câmara Municipal apresenta hoje, ao executivo, em reunião ordinária, uma proposta para a criação do Mausoléu de Artistas e Homens de Letras de Viana do Castelo que, vai, igualmente, valorizar e preservar, para memória futura, os nomes da literatura e da arte vianense.

O Mausoléu será instalado num dos vários monumentos tumulares (jazigos capela e jazigos carneiro) que reverteram a favor do município e com grande valor arquitetónico e histórico. Foi, assim, selecionado o Jazigo Carneiro nº 53 da rua do lado sul para acolher as ossadas e restantes restos mortais de artistas e homens de letras que tenham contribuído, através das suas obras artísticas, para notabilizar a cidade e o concelho de Viana do Castelo ao longo dos tempos.

O Mausoléu ficará instalado, de acordo com o livro “O Cemitério de Viana do Castelo”, da autoria de Francisco Queiroz, num jazigo que corresponde a um mausoléu dedicado a Belchior Soares da Silva e sua mulher, Ângela Custódia do Espírito Santo.

O monumento, um dos mais monumentais mausoléus do cemitério municipal vianense, é todo de pedra lioz e de gosto clássico. Sob um baldaquino de planta quadrada, vemos uma urna ossuária com acrotérios clássicos encimada por um querubim ajoelhado. Na urna, podemos ver dois símbolos da morte romântica: a ampulheta alada e a gadanha do Tempo. Em cada face do pódio no qual assentam as colunas, existem mais símbolos geralmente ligados a túmulos desta época: a ampulheta com asas de morcego e uma ganha, o crânio e as duas tíbias, a serpente enrolada sobre si própria (“ouroborus”), e a coroa de louros e folhas de carvalho.

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