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Câmara de Montalegre aplica 500 mil euros na Agricultura
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Câmara de Montalegre aplica 500 mil euros na Agricultura

Cávado

2020-02-28 às 09h14

Redacção Redacção

Orlando Alves, presidente de Montalegre, destaca o investimento no sector primário para fixar população e garantir autenticidade.

A Câmara Municipal de Montalegre investe perto de 500 mil euros no sector primário do concelho. Uma verba “significativa”, destaca o presidente da autarquia Orlando Alves, que justifica o investimento como medidas para a fixação de pessoas no território e preservação do selo que ostenta de Património Agrícola Mundial.
“Estamos a assumir este compromisso relacionado com dois pressupostos importantes: primeiro, a fixação de pessoas ao território, adequação das pessoas ao perfil e à matriz identitária da região. Falamos de uma região iminentemente agrícola onde o peso da pecuária é, naturalmente, grande, o mesmo devia suceder com o sector florestal. Infelizmente, esta última é uma fileira que ainda não tem condições para ser potenciada. O segundo pressuposto é o dever que temos em preservar o selo qualificativo que nos foi outorgado pela delegação das Nações Unidas - FAO ao considerar que o território barrosão – Montalegre e Boticas - é Património Agrícola Mundial”.

O autarca Orlando Alves destaca o facto de Montalegre ser “a única região em Portugal a ter este estatuto de Património Agrícola Mundial”. “É um selo que não vamos querer perder e para que este selo perdure, é necessário que a actividade produtiva local continue, centrada na agricultura, na pecuária e no amanho das terras”.
Quanto à medida de reconhecimento da Câmara de Montalegre aos seus agricultores, o edil refere que este é também “o reconhecimento a todas as pessoas que trabalham em prol da agricultura do concelho, integradas no sector produtivo local. São estas pessoas que fazem dinamização económica, centrada na produção do fumeiro, na criação de animais… é o reconhecer da importância destas pessoas na preservação de uma imagem de qualidade de toda a região do Barroso. Para que haja esta continuidade, é necessário que haja estímulos. É o que estamos a fazer sabendo, também, que há outros sectores que também são importantes. Todavia, o sector primário é onde radica toda a força e toda a nossa matriz identitária”.

Refira-se que em termos de investimento o Município de Montalegre tem apostado no gado barrosão (100 euros por cada cria nascida em território concelhio); batata de semente (50.000 euros); pequenos ruminantes (50.000 euros) e fomento da produção pecuária (230.000 euros - sanidade animal) - valores discriminados no protocolo existente entre a edilidade e a Coopbarroso - Cooperativa Agrícola do Barroso.

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