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Câmara de Guimarães defende 24 de Junho feriado nacional
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Câmara de Guimarães defende 24 de Junho feriado nacional

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Vale do Ave

2018-06-22 às 06h00

José Paulo Silva

Dia um de Portugal deve ser feriado nacional.?Presidente da Câmara Municipal de Guimarães reclama celebração nacional do ‘dia da fundação’.

Ontem, na abertura da 8.ª edição da Feira Afonsina, este ano dedicada ao Tratado de Zamora, o presidente da Câmara Municipal de Guimarães defendeu que o 24 de Junho, feriado municipal que evoca a Batalha de S. Mamede travada em 1128, deve ser eleito feriado nacional.
“Um país celebra sempre o dia da sua fundação.?Foi daqui, da Batalha de S. Mamede, que se desencadeou a independência de Portugal”, alegou Domingos Bragança, que fez votos para que “o país, todas as entidades, nomeadamente o Presidente da República, compreendam melhor a importância desta data para Portugal”.

As palavras do edil vimaranenses, ao final da tarde de ontem, reforçaram a posição tomada, horas antes, no final da reunião da vereação, defendendo que “a fundação de Portugal remete-nos, não há dúvida nenhuma, para 24 de Junho de 1128”, insistindo que “faz todo o sentido que um país comemore o seu dia de fundação”.
Em 24 de Junho de 1128 deu-se a Batalha de São Mamede, que opôs tropas de Afonso Henriques às da sua mãe Teresa. O então infante saiu vencedor, assumindo, a partir daí, o controlo do Condado Portucalense e iniciando a luta pela independência face Castela.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães adiantou aos jornalistas, antes da visita inaugural da Feira Afonsina, que decorre até domingo, no centro histórico de Guimarães, que vai insistir com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, no sentido de garantir a sua presença nas comemorações do 24 de Agosto de 2019.
Na sessão solene deste ano do ‘Dia Um de Portugal’ marca presença o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Manuel Heitor.
O autarca de Guimarães defende que o 24 de Agosto deve ser considerado o verdadeiro Dia de Portugal, passando o 10 de Junho a ser celebrado com a evocação da “universalidade” do nosso país.

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