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Câmara de Braga já é proprietária da Central de Camionagem
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Câmara de Braga já é proprietária da Central de Camionagem

Braga

2020-06-02 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

IMT já transferiu para a Câmara a propriedade da Central de Camionagem. Ontem foi iniciado o procedimento para a elaboração do regulamento municipal para acesso e utilização do equipamento.

Há já alguns meses que o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) passou para a Câmara Municipal de Braga a propriedade da central de camionagem da cidade. A revelação foi feita ontem, pelo presidente da autarquia, Ricardo Rio, no decorrer da reunião do executivo.
O início do procedimento do regulamento referente à utilização e acesso ao terminal da Central de Camionagem de Braga foi um dos pontos da reunião, tendo sido aprovado com a abstenção do vereador da CDU.
Ricardo Rio explicou que “este é um processo que se arrasta há alguns anos”, desde antes de ter assumido a gestão do Município.

“Finalmente foi concretizada a entrega do edifício à gestão plena e à propriedade da Câmara Municipal de Braga. Este início de procedimento para o referido regulamento é um primeiro passo para assumir regras de gestão” para o equipamento, afirmou o edil.
O PS, pela voz de Artur Feio pretendeu apurar se a Câmara Municipal vai assumir a gestão do equipamento, vai entregá-la a uma empresa municipal ou a um privado.

Rio respondeu que o trabalho inicial foi “feito com os TUB”, mas realçou que ainda não está tomada uma decisão final sobre a matéria, até porque primeiro é necessário avançar com a reabilitação do edifício.
Sobre esta intervenção, reclamada por muitos há muitos anos, uma vez que a central de camionagem é uma das principais portas da cidade, Ricardo Rio realçou que a situação está a ser analisada, considerando que não se justificará uma intervenção megalómana.
Ao ‘Correio do Minho’, recordou que a Transdev, entidade a quem o IMT tinha entregue a gestão da central, chegou a elaborar um projecto de 3,5 milhões de euros para requalificar o espaço, mas nunca se concretizou. O autarca dá a entender que qualquer intervenção não será tão substancial em termos financeiros, desde logo porque a Câmara “não deixa cair um outro projecto, esse sim de grande expressão, que é um centro intermodal” com conexão aos caminhos-de-ferro.

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