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Desporto

2019-12-03 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

o SC Braga chegou ao 6.º lugar do campeonato depois de uma vitória justa, mas sofrida, perante um Rio Ave que chegou a ameaçar. André Horta desenhou o golo de Paulinho e Ricardo fechou as contas.

Os Guerreiros do Minho deram ontem à noite seguimento ao bom momento que atravessam e somaram o segundo triunfo consecutivo na I Liga. A exibição não foi a melhor mas o mérito do triunfo é inquestionável. Paulinho e Ricardo Horta fizeram os golos.
Sá Pinto tinha admitido, na antevisão da partida, que este Rio Ave lhe enchia as medidas pela forma como gosta de impor o seu futebol, independentemente do adversário que venha a defrontar, quer em casa quer fora e a verdade é que numa primeira parte onde os motores demoraram a aquecer - o frio era muito e o desgaste nas pernas também uma evidência - os vila-condenses foram os primeiros a deixarem um aviso. Num belo trabalho individual Carlos Mané, com um passe de calcanhar, deixou Pedro Amaral na cara de Eduardo e valeu a atenção do guarda-redes do SC Braga para evitar problemas.

O jogo foi sendo muito mastigado, jogado a um ritmo lento, sem rasgo e onde as defesas foram sempre mais competentes do que os ataques. Pelo menos até pouco depois da meia hora, altura em que finalmente o SC Braga começou a elevar a rotação dos motores. Ricardo Horta deu o primeiro aviso, que Kiezsek salvou como pôde; depois, numa das poucas transições rápidas que os arsenalistas conseguiram desenvolver no primeiro tempo, Wilson não conseguiu melhor do que atirar à figura.

A primeira parte não haveria de terminar, contudo, sem o golo dos minhotos. André Horta desenhou o lance na sua cabeça e pô-lo em prática através do pé direito, enviando a bola para a área, onde Fransérgio a amorteceu para o remate triunfal de Paulinho.
No segundo tempo a reacção rioavista assustou, essencialmente pelas oportunidades que Pedro Amaral e Taremi desperdiçaram. O primeiro, numa incursão pela esquerda, logo aos 46 minutos, obrigou Eduardo a sujar o equipamento; o segundo tinha tudo para marcar depois de tirar um adversário do caminho, mas na cara do golo atirou muito torto.
A tranquilidade chegou a dez minutos do fim, naquela que foi a melhor jogada do encontro. Combinação de Diogo Viana com Rui Fonte e este com um toque subtil a isolar Ricardo Horta que não perdoou.

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