Correio do Minho

Braga, quarta-feira

- +
CIM Cávado aponta caminho da inovação para o desenvolvimento do território
Dias à Mesa aguçam os paladares com a tradicional francesinha

CIM Cávado aponta caminho da inovação para o desenvolvimento do território

Bruno Wilson é reforço do FC Vizela por três temporadas

CIM Cávado aponta caminho da inovação para o desenvolvimento do território

Braga

2021-06-11 às 17h00

Redacção Redacção

Estratégia de Desenvolvimento ‘Cávado 2030’ contém linhas orientadoras de acção para desenvolvimento do território de Cávado.

A Estratégia de Desenvolvimento ‘Cávado 2030’ aponta o caminho da inovação, da coesão territorial e social, assente na sustentabilidade de todo o território. As linhas instrutoras desta estratégia, elaborada pela Comunidade Intermunicipal do Cávado (CIM Cávado), foi apresentada esta Sexta-feira, numa sessão que decorreu no Altice Forum Braga, numa iniciativa realizada em parceria com o Jornal de Negócios.

“O ponto de partida para esta estratégia ‘Cávado 2030’ partiu da consciência daquilo que somos hoje e da ambição do que pretendemos ser num horizonte temporal de dez anos. Hoje, apresentamos um documento que aponta um caminho que tem um pilar fundamental ligado à inovação, à capacidade de sermos um território diferenciador com base no conhecimento que é gerado, ligado à coesão territorial e social e com forte aposta na capacitação da administração enquanto instrumento de resposta para cada uma das prioridades”, referiu Ricardo Rio, presidente do Conselho da CIM Cávado e da Câmara Municipal de Braga, sublinhando que a construção desta estratégia resultou de um processo aberto que deu voz a dezenas de instituições e aos próprios cidadãos que deram contributos para o enriquecimento deste plano através do processo de participação pública.

O documento reúne as linhas de actuação para os próximos anos, enquadrada no contexto da preparação do próximo período de programação dos Fundos Europeus Estruturais de Investimento (2021/2027), e terá incidência no desenvolvimento do território da NUT III Cávado.

O documento esteve em consulta pública entre os dias 15 e 30 de Maio, e reúne os diversos contributos de instituições públicas e privadas e, em particular, das autarquias locais que constituem a CIM Cávado: Amares, Barcelos, Braga, Esposende, Terras de Bouro e Vila Verde.

“A CIM Cávado representa um território muito rico e, simultaneamente muito diversificado. É um território que tem um enormíssimo potencial, com recursos endógenos que importa valorizar e que tem várias oportunidades de desenvolvimento que resultam da capacidade dos agentes que aqui têm desenvolvido o seu trabalho”, referiu Ricardo Rio, destacando os centros de conhecimento, como as Universidades e os Politécnicos, o diversificado tecido empresarial e com uma vocação predominantemente exportadora, assim como a componente do turismo e da dinâmica social, cultural e comercial de todo a região.

Durante a sessão de abertura, que contou também com a presença de António Cunha, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), Ricardo Rio destacou que a elaboração deste documento foi “um exercício distinto”, uma vez que até agora sempre foi procurado ajustar este tipo de estratégia à pré-formatação dos instrumentos de financiamento que a União Europeia ia disponibilizando para cada um dos territórios.

“Quisemos ir mais longe e, mesmo não estando alheios às principais preocupações europeias, nacionais e regionais que cada uma das instâncias vai apontando como prioridades para o futuro próximo, quisemos ligar cada uma dessas prioridades com as oportunidades de financiamento que irão surgir ao longo dos próximos anos que serão substanciais ao juntar o final do actual quadro de financiamento com o Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e com o novo quadro comunitário”, explicou o Autarca Bracarense, lembrando que dessa forma “estamos a falar de muitos milhões de euros que estarão disponíveis para apoiar as opções de desenvolvimento deste e de todos os outros territórios”.

Segundo Ricardo Rio, a Cultura é tida como rampa para o desenvolvimento de um território que quer ser sustentável e que quer apostar na vertente cultural tendo bem presente a candidatura de Braga a Capital Europeia da Cultura em 2027 “que poderá ser uma poderosa alavanca para o desenvolvimento integral de toda esta região”.

“Graças a todos estes contributos chegamos a um documento final extremamente bem conseguido, que aponta as linhas de orientação para o futuro, mas falta agora fazer. E para isso, contamos com o apoio de todos e com aqueles que connosco interagem diariamente a nível nacional e regional”, concluiu Ricardo Rio, agradecendo aos dinamizadores de todo este projecto “que deram corpo a muito do trabalho realizado ao longos dos últimos meses”.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho