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Braga

2021-06-20 às 08h00

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Monumento evocativo a D. Diogo de Sousa foi ontem inaugurado no cruzamento entre a Rua dos Capelistas e a Rua Dr. Justino Cruz. Monumento resulta do concurso de ideias lançado pelo município.

O monumento evocativo ao arcebispo D. Diogo de Sousa foi ontem inaugurado no cruzamento entre a Rua dos Capelistas e a Rua Dr. Justino Cruz. “Esta não é mais uma iniciativa, é um tributo justíssimo ao legado enorme deixado na vivência da cidade pelo arcebispo D. Diogo de Sousa”, assumiu ontem o presidente da Câmara Municipal de Braga. Ricardo Rio admitiu que este monumento evocativo simboliza ainda “a relação extraordinária que existe entre a Igreja bracarense e o desenvolvimento da cidade e que D. Jorge Ortiga é um digníssimo sucessor desta relação que se fortalece e alimenta”.
Ricardo Rio lembrou que o executivo municipal tem procurado reforçar a estatuária da cidade com base no contributo de figuras da sociedade civil e religiosa, como aconteceu já com Salgado Zenha, D. Frei Bartolomeu dos Mártires e com o Imperador César Augusto, fundador da cidade.
Este monumento, recordou ainda o presidente, resulta do concurso de ideias lançado pelo Município de Braga e homenageia a figura mais importante do urbanismo bracarense que, com a sua visão estratégica, abriu Braga ao mundo.
Para o vereador do Urbanismo e Património da Câmara Municipal de Braga, Miguel Bandeira, não é possível compreender a história da cidade sem conhecer a obra mecenática do arcebispo D. Diogo de Sousa. “Ainda hoje o fundamental dos espaços públicos do centro histórico de Braga tem a sua marca. Há uma Braga antes e uma depois de D. Diogo de Sousa. Com D. Diogo de Sousa, Braga abriu-se ao mundo, modernizou-se no domínio urbano, da economia, na assistência e na saúde, no ensino lançando as bases dos Estudos Gerais de Braga e na reforma da igreja”, lembrou o vereador, frisando o facto da inauguração acontecer na data em que se assinala a morte do prelado.
Também presente na cerimónia de inauguração esteve o arcebispo primaz, D. Jorge Ortiga, que reconheceu D. Diogo de Sousa como “o refundador da cidade, tendo feito uma verdadeira revolução na reorganização de Braga, traçando novas ruas e praças, quase como um arquitecto da cidade moderna”.
Este monumento, continuou D. Jorge Ortiga, “é um acto de justiça e um dever que a cidade lhe devia”. O prelado referiu ainda que o monumento demonstra “a maior paixão pela cidade, onde está presente a fidelidade à história e uma visão para o futuro”.
A peça em estrutura metálica é da autoria da Azo Arquitectos, que conquistou o primeiro prémio no concurso de ideias. “Queremos deixar a mensagem de ‘Porta Aberta’. D. Diogo de Sousa fez uma ruptura do pensamento da época e foi vi-sionário no seu tempo e através de uma pedaço de muralha conseguiu abrir Braga ao mundo”, justificou Pedro Soares da empresa.

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