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Desporto

2011-10-18 às 18h30

Lusa Lusa

A Volta a França em bicicleta de 2012, que partirá da cidade belga de Liège em 30 de junho, compreende quase 100 quilómetros de contrarrelógio individual, foi hoje anunciado durante a apresentação da prova.

A 99.ª edição do Tour aumenta substancialmente o peso do “crono” na decisão da corrida, com um total de 96,1 quilómetros, contrariando a tendência dos últimos anos, conforme explicou o diretor da prova, Christian Prudhomme, em Paris, onde a caravana é esperada em 22 de julho de 2012.

É preciso recuar até 2007 para encontrar uma distância semelhante de contrarrelógio, muito popular durante a liderança de Jean-Marie Leblanc, anterior diretor, mas que tem sido preterido por Prudhomme em favor da alta montanha.

A edição da Volta a França do próximo ano, com um percurso total de 3.479 quilómetros, terá três etapas com chegada em alta montanha, duas das quais inéditas: Planche des Belles Filles, no maciço de Vosges, e Peyragudes, nos Pirenéus.

A subida pela primeira vez ao topo do jurássico Grand Colombier, na cordilheira do Jura, uma contagem de montanha de categoria especial antes do ataque aos Alpes, também contribui para “percentagens de inclinação muito elevadas, como nunca houve na história do Tour”, conforme observou Prudhomme.

Após o prólogo em Liège, a 19.ª realizada fora de território francês, a corrida passa pelo norte de França, antes de visitar a Suíça (Porrentruy), no dia seguinte à conquista da Planche des Belles Filles, uma subida curta, mas com forte inclinação média.

O primeiro contrarrelógio surge de seguida, entre Arc-et-Senans e Besançon, na extensão de 38 quilómetros, seguindo-se o primeiro de dois dias de descanso e a entrada nos Alpes, com subidas ao topo dos altos de Madeleine e Croix-de-Fer, em rota para os Pirenéus.

Apesar de terem sido percorridos perto de 3.000 quilómetros, o Tour de 2012 pode decidir-se nos 52 quilómetros da penúltima etapa, o segundo contrarrelógio individual, entre Bonneval e Chartres, que antecede a chegada aos Campos Elísios.

“Não há nada pior do que o hábito. É preciso tentar fazer algo de diferente. Foi nossa intenção alargar o campo de possibilidades e selecionar etapas em que tudo pode acontecer”, assinalou o diretor da Volta a França.

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