Correio do Minho

Braga,

- +
Chefe Silva em livro de Gastrónomos de Lafões
Lázaro Martins arbitra jogo entre Dumiense e Prado

Chefe Silva em livro de Gastrónomos de Lafões

Espaço Cidadão de Lanheses aproxima os cidadãos dos serviços públicos essenciais

Chefe Silva em livro de Gastrónomos de Lafões

Cávado

2021-10-15 às 06h00

Rui Serapicos Rui Serapicos

Primeiro Juiz e fundador da Confraria, constituída em 1996, é evocado em obra onde se referem além de histórias, imagens e documentos, cerca de setenta receitas dedicadas às gastronomias de Lafões, Amares e Caldelas.

‘Chefe Silva - Memórias Gastrónomas em Lafões’ é o título do livro que a Confraria de Gastrónomos de Lafões apresentou ontem em Caldelas.
Junto ao jardim das termas, próximo ao busto do cozinheiro, falecido em Outubro de 2015, aquela confraria evocou o seu fundador e primeiro juiz, o chefe António Silva.
Nascido em Caldelas, o chefe Silva frequentou outra vila termal, a de São Pedro do Sul, na zona de Lafões, onde chegou, levado pelo pasteleiro Maximino Silva.

Em 13 de Junho de 1994, reuniram-se os então pré-confrades, em casa de Carlos Alberto Silva, na vila de Oliveira de Frades, tendo estado representados os Municípios da zona de Lafões — Oliveira de Frades, São Pedro do Sul e Vouzela, prestando aval a esta iniciativa.
Na ocasião foi assinado um compromisso informal, onde constam os nomes dos seus fundadores oficiais e vários outros entusiastas.
Em 20 de Dezembro de 1996 era legalmente constituída a Confraria no Cartório Notarial de Oliveira de Frades, com publicação da sua criação em 13 de Janeiro de 1997.

Como seu primeiro juiz surgia o saudoso chefe António Silva.
Ontem, na apresentação do livro, a grã-mestre da confraria, Maria Celeste Carvalho, transmitiu uma mensagem do apresentador de rádio e de televisão, Júlio Isidro. “Não tinha receitas secretas: dava-as”, disse.
A grã-mestre lembrou que o chefe Silva, além de ter sido um dos fundadores da Confraria de Gastrónomos, “abraçou a região de Lafões como se fosse também a sua terra”.

Isidro Araújo despede-se da Câmara

Isidro Araújo, que representou ontem o Município de Amares na sessão de apresentação do livro dedicado ao chefe Silva, lembrou ser, enquanto membro do executivo o seu último acto oficial. Explicou que não integra por sua vontade o executivo que toma posse em breve, preferindo “sair pelo próprio pé”.
Do chefe Silva, “mais do que os cozinhados”, o autarca lembrou “os afectos e humildade”.
José Almeida, presidente da Junta de Freguesia de Caldelas, abriu a sessão lembrando os programas de televisão com o chefe Silva, um “embaixador” de Amares.

Carlos Oliveira, da Assembleia de Freguesia — e também por afinidade através de casamento sobrinho-neto do homenageado, salientou do chefe Silva a sua “capacidade de explicar receitas em linguagem simples”.
Carlos Rodrigues, presidente do Conselho Fiscal da Confraria, considerou chefe Silva como “o patrono físico” da Confraria e adiante lembrou a chegada do cozinheiroa Lafões, levado pelo pasteleitro Maximino ao Convívio da Pedra da Broa.
Naquele evento, que ocorre em Agosto, era servida uma sardinhada e foi por acção do chefe Silva que passou a ser servido um segundo prato, diferente todos os anos — arroz, feijoada, o que a organização definir — , a seguir à sardinhada.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho