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César Peixoto desvaloriza conhecimento de Ricardo Soares

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César Peixoto desvaloriza conhecimento de Ricardo Soares

2020-12-05 às 08h30

Redacção Redacção

Cónegos defrontam o seu anterior treinador, mas esse é um factor que não incomoda o técnico do Moreirense, que aponta à conquista do triunfo, para criar uma dinâmica de vitória.

César Peixoto desvalorizou ontem o conhecimento dos futebolistas do Moreirense pelo homólogo Ricardo Soares, que reencontrará os cónegos ao serviço do Gil Vicente, em jogo da nona jornada da I Liga.
“Conhece muito bem no plano individual, mas as nuances que tinha cá são diferentes daquelas que estou a incluir. O Moreirense de agora começa a ser diferente do anterior, pelo que terá de fazer o trabalho de casa na mesma e estudar necessariamente a equipa”, frisou o técnico, em conferência de imprensa de antevisão ao duelo de hoje.
César Peixoto assinou pelos vimaranenses em 10 de Novembro, um dia após a saída de Ricardo Soares, que apenas demo- rou quatro dias para ingressar no Gil Vicente, em substituição de Rui Almeida, e que já alcançou dois triunfos em outros tantos encontros.
“Encontraremos uma boa equipa, cuja classificação não reflecte a qualidade individual existente. O Gil Vicente não começou bem o campeonato, mas teve há poucos dias uma vitória importante [2-0 frente ao Rio Ave]. Sabemos que vamos ter dificuldades, mas acreditamos muito no nosso trabalho e estamos extremamente confiantes”, vincou.
Tal como Ricardo Soares, César Peixoto abriu um novo capítulo na carreira de treinador com uma vitória na terceira eliminatória da Taça de Portugal, apesar da estreia frustrada na I Liga, com derrotas frente ao líder Sporting (2-1) e ao Paços de Ferreira (1-0). “Temos de entrar com a mesma atitude, compromisso e organização. Falta crescer um pouco com bola e nestes dias trabalhámos muito mais isso do que a organização defensiva, que está num nível muito aceitável. Os atletas recuperaram bem e estão com um elã positivo, apesar de a derrota com o Paços não ser o que queríamos”, analisou.
No desenlace de uma semana “atípica e complicada”, com três jogos em sete dias, o Moreirense quer “começar a criar uma dinâmica de vitória” frente ao Gil Vicente, que quebre uma série de três derrotas seguidas e acelere a assimilação das novas ideias.
“Poucos golos marcados? É uma questão de tempo, trabalho e consistência de jogo até criamos condições com bola para chegar à baliza com mais frequência. Ao ter bola, a equipa está mais perto de vencer, sente-se confortável e ganha confiança na abordagem aos lances. Com a confiança aumentada, os golos vão aparecer naturalmente”, apontou.
César Peixoto tem variado a estrutura tática “em função do momento do jogo e do adversário”, na tentativa de “encaixar os jogadores onde se sentem mais confortáveis”, procurando imprevisibilidade e “nuances diferentes para baralhar o adversário”.

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