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Cerveira-Tomiño estão um passo à frente
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Cerveira-Tomiño estão um passo à frente

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Braga

2018-03-17 às 08h00

Patrícia Sousa

Agenda Estratégica de Cooperação Transfronteiriça Amizade dos municípios de Vila Nova de Cerveira e Tomiño esteve, ontem, em destaque no I Fórum Regional 2018. São várias as iniciativas pioneiras no âmbito da democracia participativa.

A Agenda Estratégica de Cooperação Transfronteiriça Amizade Cerveira-Tomiño foi um dos bons exemplos de democracia participativa apresentados ontem no I Fórum Regional 2018, organizado pela Rede de Autarquias Participativas, ao qual não é alheio o facto de ser um dos cinco projectos finalistas do Prémio de Boas Práticas de Participação (ver caixa ao lado).
Com a apresentação a começar com um vídeo onde o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Fernando Nogueira, e a alcadesa de Tomiño, Sandra González, falam e se saúdam na Ponte da Amizade, que liga os dois municípios transfronteiriços, o objectivo deste projecto é derrubar definitivamente as fronteiras que ainda existem.
Estamos um passo à frente na aproximação dos dois povos, temos um sentimento de pertença e o nosso coração funciona como um só na planificação de políticas municipais, confidenciaram Sónia Antunes e Elisabet de Santiago, que fazem parte do grupo coordenador da agenda estratégica, assegurando que os dois municípios estão na direcção certa, porque escutam as populações
E no âmbito da agenda transfronteiriça, que pretende juntar e aproximar as duas comunidades tem sido possível desenvolver um grande trabalho. Sónia Antunes e Elisabet de Santiago destacaram aqui a candidatura já aprovada pelo Interreg 5A, que engloba um conjunto de actividades, que promovem a participação pública e a procura de soluções comuns para problemas comuns dos dois municípios. E aqui surgem algumas iniciativas de carácter piloto, como é o caso do Orçamento Participativo Transfronteiriço, que teve um aumento exponencial de participações, e as provedoras da cidadania transfronteiriça, que estão no terreno a ouvir os munícipes.
Esta visão estratégica vai ao ponto do planeamento e gestão de equipamentos ser comum, evitando assim a duplicação de infra-estruturas idênticas dos dois lados do rio Minho, tal como a agenda cultural.

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