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Braga

2021-05-16 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Apresentação do livro ‘CSVH - 15 anos de afectos’, por Francisco Assis, presidente da CES, e homenagem a José Mota Alves e a João Nogueira, marcaram encerramento das comemorações do 15.º aniversário do CSVH, que decorreu no Museu dos Biscainhos.

“Quando amamos
e geramos criatividade,
confiança e solidariedade,
então emergem iniciativas
concretas para o bem comum.”
Papa Francisco

A apresentação do livro ‘CSVH - 15 Anos’, por Francisco Assis, presidente do Conselho Económico e Social (CES), e a homenagem a Mota Alves e João Nogueira, distinguidos como sócios honorários da instituição, foram dois momentos marcantes da cerimónia de encerramento das comemorações do 15.º aniversário do Centro Social do Vale do Homem (CSVH).
O Museu dos Biscainhos foi o palco para o evento promovido anteontem à noite pela IPSS que nasceu em Vila Verde, mas que hoje tem já presença também nos concelhos de Amares, Terras de Bouro e Braga.
Após um momento musical proporcionado pela AECA - Associação Cultura e Artes, de Amares, José Mota Alves, presidente da ATHACA, e João Nogueira, actual presidente da Assembleia de Freguesia de Gualtar, foram surpreendidos com uma homenagem ao serem distinguidos como sócios honorários do CSVH, de acordo com uma decisão unânime tomada em assembleia geral desta IPSS.

Mota Alves agradeceu a distinção, realçando que aquilo que tem feito na colaboração com esta instituição “não é mais do que” a sua “obrigação, como amante do território do Cávado, como vilaverdense e como alguém que se dedica muito à causa pública”. Nesta distinção encontra estimulo para “fazer ainda mais e melhor”.
Já João Nogueira mostrou-se “muito honrado com a distinção”, mas considerou que quem merece ser homenageado é o CSVH, instituição que está a fazer nascer “uma grande obra em Gualtar, uma obra que vai completar um ciclo de apoio aqueles que mais precisam”.
João Nogueira prometeu ainda continuar a ser embaixador do CSVH por terras de Braga.

Foram muitas as entidades que fizeram questão de se associar a esta cerimónia comemorativa, com os Municípios de Vila Verde e Terras de Bouro a estarem representados ao mais alto nível através dos respectivos presidentes, António Vilela e Manuel Tibo. Amares também se fez representar pela vereadora com o pelouro da Acção Social Cidália Abreu. Também a vereadora com o mesmo pelouro em Vila Verde, Júlia Fernandes, prestigiou a sessão com a presença.
Participaram ainda João Ferreira, director do Centro Distrital de Braga da Segurança Social, Cláudia Serapicos Alves, directora distrital do IEFP, Carlos Meneses, administrador da Universidade do Minho, Agostinho Silva, vice-presidente do instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), entre muitas outras personalidades a quem Jorge Pereira, presidente da Direcção do CSVH, agradeceu a presença e a atenção que têm dedicado a esta IPSS.
Numa breve intervenção, Jorge Pereira anunciou que o CSVH está concluir a implementação do sistema de gestão de qualidade em todas as suas respostas sociais, devendo ser a primeira instituição certificada no vale do Homem.
Terminou com um “sentido agradecimento” a Francisco Assis, não só por prefaciar o livro que conta a história dos 15 anos da instituição, mas também pela sua presença “que eleva o encerramento destas comemorações”.

Braga avança com projectos-piloto para criar novas respostas de creche

Identificada a escassez de respostas no apoio à primeira infância, concretamente a nível de berçário e de creche, no concelho de Braga, a Câmara Municipal, em articulação com Juntas de Freguesia e com instituições sociais, manifesta-se “empenhada em desenvolver projectos-piloto que possam colmatar essa necessidade.
O anúncio foi feito pelo presidente da Câmara, Ricardo Rio, numa mensagem de vídeo que enviou ao Centro Social do Vale do Homem (CSVH), no âmbito da cerimónia de encerramento do 15.º aniversário desta IPSS.
Não podendo marcar presença física por motivos de agenda, Ricardo Rio não quis deixar de elogiar o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo CSVH, inicialmente em concelhos vizinhos e mais recentemente também em Braga, concretamente em Gualtar.

Rio referiu que “há uma área crucial para o território de Braga” onde escasseiam respostas, a primeira idade, pelo que a autarquia está a estudar a forma de desenvolver alguns projectos-piloto, envolvendo Juntas de Freguesia e instituições sociais, para criar respostas que respondam às necessidades das populações, identificando Ricardo Rio o CSVH como um futuro parceiro deste projecto-piloto.
O autarca avançou que um desses projectos-piloto, que deverá ser implantado em Gualtar, deve envolver a Comissão de Trabalhadores do Hospital de Braga, com quem já estão a decorrer conversações para o efeito.
Rio realçou ainda que, par a implementação destas novas valências, o Município espera contar com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

No final da cerimónia, o presidente da Direcção do CSVH, Jorge Pereira, mostrou-se satisfeito com o anúncio de Rio, revelando que no âmbito das referidas respostas para a primeira infância tem havido apenas conversações.
“Estamos satisfeitos e orgulhosos por o presidente do Município de Braga ter demonstrado aqui a disponibilidade para envolver o CSVH num projecto que será uma resposta social inovadora”, referiu Jorge Pereira, revelando que mais do que criar mais lugares em creche e berçário, em questão está também a criação de novos modelos dessas respostas que respondam às necessidades dos pais.

Os novos modelos de organização do trabalho pedem respostas para a infância que não se limitem a funcionar apenas das 8 às 19 horas, realçou Jorge Pereira, apontando que há necessidade de adaptar estas respostas sociais aos novos horários laborais.
O presidente do CSVH recorda que o concelho de Braga cresceu muito nos últimos anos e são cada vez mais as empresas com trabalho por turnos, o que exige a disponibilização de respostas aos pais que lhes permitam conciliar a vida pessoal e profissional. A título de exemplo referiu o Hospital de Braga, que funciona 24 horas por dia, e cujos funcionários devem ter onde deixar os filhos para poder trabalhar.

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