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Celorico de Basto homenageia Ilídio Araújo
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Celorico de Basto homenageia Ilídio Araújo

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Vale do Ave

2018-03-14 às 14h57

Redacção

Centro Cultural tem patente uma exposição que homenageia o arquitecto celoricense Ilídio Araújo. Além desta mostra, o Município vai dar o seu nome aos jardins de camélias da Casa do Prado.

O Centro Cultural Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, em em Celorico de Basto, tem patente uma exposição em homenagem ao arquitecto paisagista, Ilídio Araújo, intitulada Verdadeiro e Inspirado Mestre.
Durante o mês de Março todos os visitantes do centro cultural poderão conhecer melhor o celoricense Ilídio Araújo, um filho da terra, natural da freguesia do Rego, com um percurso profissional exemplar.
Esta é uma forma de recordar o homem, o celoricense, com um notável percurso profissional que nos orgulha enquanto filho da terra. Um homem que desenhou esplendorosos jardins espalhados por este país fora, com uma particular admiração pelos jardins de camélias, disse Joaquim Mota e Silva, presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, na abertura da exposição.

Dia 24 daremos o nome de Jardim Ilídio Alves de Araújo aos jardins de camélias da Casa do Prado, pelas criações artísticas que ele tanto admirava. Hoje, iniciamos a homenagem a um homem preocupado com a terra que o viu nascer, onde se destaca a criação do jornal Ecos da Montanha. Uma personalidade com um percurso de vida notável que homenageamos agora na Festa das Camélias, um certame que contou com a sua participação activa nas inúmeras tertúlias desenvolvidas, tal o gosto que tinha pelos jardins de camélias, concluiu.

A história e o percurso de vida de Ilídio Araújo está, agora, em exposição tendo a mesma sido apresentada, a todos os presentes, pelo director de Departamento da Câmara de Celorico de Basto, António José Peixoto Lima, amigo próximo de Ilídio Araújo.
O arquitecto paisagista e engenheiro agrónomo desenvolveu actividades em vários serviços públicos como na Direcção Geral de Serviços Agrícolas, na Direcção Geral de Serviços de Urbanismo, na Comissão de Pla- neamento da Região Norte, na Direcção Regional de Agricultura entre o Douro e Minho, foi secretário de Estado do Ordenamento Físico e do Ambiente entre outros. Integrou a Associação Portuguesa de Jardins e Sítios Históricos e é autor de mais de 100 publicações com referência para a obra editada pelo Centro de Estudos de Urbanismo em 1962 intitulada Arte Paisagística e arte dos Jardins em Portugal.

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