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CAVI da Pais-em-Rede apoiou 72 pessoas ao longo do primeiro ano de actividade
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CAVI da Pais-em-Rede apoiou 72 pessoas ao longo do primeiro ano de actividade

Paulinho apto no relvado

CAVI da Pais-em-Rede apoiou 72 pessoas ao longo do primeiro ano de actividade

Cávado

2020-08-03 às 10h00

Paula Maia Paula Maia

Com núcleos em Braga, Guimarães, Barcelos e mais recentemente em Ponte de Lima, o Centro de Apoio à Vida Independente da Associação Pais-em-Rede já uma longa lista de espera de destinatários a quererem usufruir de apoio.

Apoiar pessoas com deficiência ou incapacidade para a realização de actividades de vida diárias e de mediação em contextos diversos é o objectivo do Centro de Apoio à Vida Independente (CAVI) da Associação Pais-em-Rede que está a assinalar o seu primeiro aniversário.
Sediado em Soutelo, Vila Verde, o CAVI conta já com núcleos em Braga, Barcelos, Guimarães e, mais recentemente, em Ponte de Lima.
Com capacidade para apoiar 38 destinatários, Maria Clara Costa, directora técnica do CAVI, referiu ao CM que no primeiro ano de existência o centro já apoiou 72 destinatários ao nível distrital, uma vez que alguns terminaram o apoio antes dos três anos previstos como período máximo, dando lugar a outros destinatários.
“Algumas das pessoas terminaram com sucesso o chamado Plano de Apoio Individualizado e cederam lugar outras pessoas”, explica a dirigente, acrescentando que nem todos os planos têm de cumprir o apoio de três anos previsto. “Depende das necessidades das pessoas, do grau de incapacidade e das famílias. Temos planos individuais para três anos, outros para dois, para um, ou para três meses. É variável”, continua.
Actualmente são 20 as assistentes pessoais, especializados no apoio a diferentes problemáticos relacionadas com a incapacidade/deficiência, que garantem o apoio aos destinatários em distintas actividades da vida diária: cuidados pessoais; apoio em assistência doméstica, mediação da comunicação; apoio em contexto laboral, à frequência de formação profissional ou à frequência de ensino superior e de investigação; apoio em cultura, lazer e desporto; na procura activa de emprego; à criação e desenvolvimento de redes sociais de apoio; à participação e cidadania e à tomada de decisão, incluindo a recolha e interpretação de informação necessária à mesma.
“O objectivo é tornar os destinatários o mais independentes possível, evitando a sua institucionalização e reduzindo a sua dependência das famílias”, refere Maria Clara Costa que dá conta que o centro conta com uma longa lista de espera.
O projecto é co-financiado pelo POISE e pelo Fundo Europeu Social. “O índice de satisfação é alto e é essa a maior prenda” remata a directora técnica.

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