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Carlos Carvalhal: “Culturalmente  há coisas a ultrapassar”

Desporto

2021-05-09 às 12h00

Joana Russo Belo Joana Russo Belo

SC Braga defronta o Gil Vicente, esta noite, pelas 20 horas, em jogo da 32.ª jornada da I Liga. Carlos Carvalhal explica quebra de rendimento dos guerreiros por uma questão mental e cultural.

Depois de grande parte da temporada instalado no pódio da I Liga, o SC Braga hipotecou a luta pela Champions nas últimas jornadas - com apenas uma vitória em seis jogos -, quebra de rendimento que Carlos Carvalhal diz ser mental e não em termos físicos.
“Isto é tudo mental, é foco, não temos um problema de cariz físico na equipa, não houve um jogador com quebras físicas durante um jogo. Depois da exibição com o Rio Ave, mesmo sem termos feito um grande jogo, uma das melhores exibições da época com o Boavista e um jogo de elevada entrega e atitude com o Sporting como é possível decair desta forma? Tem a ver com o foco, temos que mudar mentalidades, de cultura e de exigência, de abordar todos os jogos para ganhar, independentemente, da classificação ou da pontuação”, explicou o técnico do SC Braga, na antevisão ao jogo com o Gil Vicente, assumindo a necessidade de mudar algumas situações.
“Culturalmente, há coisas a ultrapassar e a melhorar. Vi uma excelente análise às últimas dez épocas e, em nove, o SC Braga não terminou bem as épocas, quando é uma situação que é nove em dez é cultural. E quando é cultural temos de ultrapassar essa barreira, mudar essa realidade. Queremos acabar de forma diferente do que o SC Braga fez nos últimos dez anos e sair por cima do campeonato. Decaímos um bocado e assumimos essa responsabilidade, mas temos capacidade para dar a volta. Os jogadores são os mesmos, com este grupo já conseguimos fazer grandes jogos. Andámos em segundo lugar, mas não nos conseguimos estabilizar nessas posições de cima e temos que ver porquê e tirar conclusões. Podemos fazer melhor e isso passa pela cultura da exigência. Quando a pontuação já não é significativa, a motivação de defender o SC Braga tem que ser maior do que tudo. É o desafio. Queremos mudar essa cultura”, frisou.
Após as críticas à equipa no final do último encontro, Carvalhal espera uma “reacção positiva, de compromisso e de ambição”: “já dissecámos o jogo do Paços de Ferreira e, fundamentalmente, na primeira parte, não quer dizer que não tivesse havido atitude individual, mas o futebol é um desporto colectivo e a atitude vale pelo colectivo e passa pela ligação entre todos os elementos. Nós queremos o máximo e exigimos o máximo”, assumiu, revelando que “ninguém está de fora”.
Pela frente, vai estar agora o Gil Vicente, “uma equipa muito bem organizada”, cujo técnico, Ricardo Soares, “está a fazer um excelente trabalho” e colocou já os gilistas “praticamente a salvo da descida de divisão”.

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