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Carlos Carvalhal: “Conseguimos controlar pontos fortes e explorar os fracos”
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Carlos Carvalhal: “Conseguimos controlar pontos fortes e explorar os fracos”

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Carlos Carvalhal: “Conseguimos controlar pontos fortes e explorar os fracos”

Desporto

2020-10-30 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Carlos carvalhal reconheceu que a estratégia preparada resultou em pleno logo nos primeiros 15 minutos. Gestão do jogo poderia ter sido diferente, admite, mas o importante foi somar três pontos.

Na ressaca do triunfo na Ucrânia, Carlos Carvalhal salientou a sagacidade com que a equipa percebeu o que a equipa tinha de fazer para sair com a vitória.
“Esperávamos um jogo assim, já sabíamos os pontos fortes e fracos do adversário. Conseguimos explorar esses pontos fracos e controlamos os fortes. Eles costuma ter muita gente nas entrelinhas, constroem a três e têm uma dinâmica ofensiva com dois avançados. É difícil contrariar uma dinâmica assim”, começou por analisar, explicando que, a partir do 2-0 “os jogadores instintivamente juntaram-se mais”.

“Havia outro momento em que o adversário tinha debilidades, na forma como se desequilibra ofensivamente. Não saímos com a fluidez que podíamos, mas numa ou outra vez que saímos, criámos problemas. Tivemos foi muito tempo sem sair para o ataque nesse período e poderíamos ter feito melhor nessa fase do jogo”, lamentou, justificando.

“Com 2-0 e uma sequência terrível de jogos, é natural o instinto dos jogadores se agarrarem. Era importante não sofrer golos mas acabamos por sofrer um golo nos últimos minutos. Antes podíamos ter marcado o 3-0, tivemos duas situações no final”, analisou, garantindo que “o importante foram os três pontos”.
“Ganhar assim é importante, como foi importante ganhar ao AEK Atenas, fazendo 22 remates”. De resto, o jogo com os gregos ainda mereceu uma abordagem de Carvalhal para um desabafo.
“Vou ter de dizer isto: uma equipa portuguesa, nas estatísticas da UEFA, fez 22 remates no jogo com o AEK de Atenas e foi a equipa na Liga Europa que mais atacou naquela jornada e não houve ninguém que valorizasse esse facto. Não percebo”, concretizou.

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