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Campus da Protecção Civil de Famalicão vai apoiar distritos de Braga, Porto e Vila Real
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Campus da Protecção Civil de Famalicão vai apoiar distritos de Braga, Porto e Vila Real

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Campus da Protecção Civil de Famalicão vai apoiar distritos de Braga, Porto e Vila Real

Vale do Ave

2021-03-05 às 06h00

Marta Amaral Caldeira Marta Amaral Caldeira

Famalicão prepara-se para instalar um grande Centro Logístico de Protecção Civil Regional em Bairro - um equipamento suportado pelo Município e que o autarca Paulo Cunha entende que trará grandes mais-valias para o concelho.

Famalicão vai avançar já com a instalação do Campus da Protecção Civil em Bairro, no antigo edifício do Parque de Diversões António Sampaio, tornando-o num centro logístico operacional da protecção civil ao nível regional para apoiar os distritos de Braga, Porto e parte do distrito de Vila Real. O contrato de arrendamento do espaço, ontem aprovado em reunião de câmara, será por um período de 10 anos e custará 36 mil euros anuais (três mil por mês) à Câmara Municipal de Famalicão.
Paulo Cunha, presidente da Câmara de Famalicão, mostrou satisfação pela aprovação da proposta para a celebração do contrato, que permitirá “dar todas as condições” à Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil (ANEPC) para a instalação do seu centro de operações à escala regional.

“A Câmara Municipal de Famalicão está a dar um contributo à região Norte na área da protecção civil, nomeadamente ao nível do combate ao flagelo dos incêndios florestais, mas também melhorando as condições dos bombeiros”, frisou o autarca famalicense.
Em concreto, este Campus da Protecção Civil de Famalicão, de âmbito regional, comportará três valências essenciais: um Centro Municipal de Protecção Civil (que apoiará as três corporações de bombeiros do concelho), um Heliporto Municipal e uma Base de Apoio Logístico.

O edil famalicense indicou que acompanhou o presidente da ANEPC numa visita prévia ao Complexo de Bairro, garantindo que o responsável da protecção civil ficou “surpreendido” com as valências que dotam aquela infra-estrutura, implantada numa área total de 30 mil m2 e com uma extensa malha arbórea e que já está inclusivamente munido de um heliporto - valência necessária para o Centro Operacional Regional da Protecção Civil.
O presidente da Câmara de Famalicão sublinha a importância do projecto para o concelho, que se tornará estratégico para a área da protecção civil regional, mas aponta também para a possibilidade de ocupação de um espaço de grande dimensão, que está sem ocupação há cerca de 20 anos.

Paulo Cunha destaca o apoio incondicional por parte da Junta de Freguesia de Bairro, no sentido de encontrar esta resposta no concelho, através da potenciação de um espaço multifuncional que vai trazer vários benefícios quer ao concelho, quer a toda a região.
“Além de este ser um projecto que nos vai permitir reforçar o Serviço Municipal de Protecção Civil, este equipamento pode tornar-se também num espaço de ‘portas abertas’ para a população, uma vez que está dotado de várias valências desde a vertente recreativa e cultural à desportiva, que inclui campo de ténis, piscina, auditórios, acomo- dações para alojamento, salas várias e zonas arbóreas fantásticas”, sublinha o autarca.
“Era um desperdício o espaço não estar a ser usado e que vamos devolver à comunidade de Bairro e circundante e estou seguro que vai contribuir também para melhorar a qualidade de vida da população para desfrute lúdico e de lazer”.

Mais apoios a chegar às IPSS e associações desportivas

Há mais apoios financeiros a chegar também às Instituições de Solidariedade Social (IPSS) de Famalicão para travar o combate à pandemia de Covid-19.
O executivo municipal aprovou, ontem, mais um ‘pacote’ de 318 mil euros.
O apoio financeiro vai abranger, ao todo, 46 IPSS, ao abrigo do ‘Plano de Reacção à Situação Epidémica e de Intervenção Social e Económica - Medidas Covid-19’, que o Município de Famalicão desenvolveu logo no início da pandemia, de forma a ajudar imediatamente as entidades que laboram nos sectores social e económico.

“Ao longo de todo este ano, desde o início da pandemia até agora, desenvolvemos pacotes muito alargados de medidas, que vão sendo alterados de acordo com as necessidades que vão surgindo e o sector social, que já por si estava frágil, antes da pandemia devido à tendência de redução das comparticipações do Estado Português, ainda ficou mais fragilizado com a situação pandémica. As IPSS mantêm as suas actividades regulares de serviço à comunidade desde a deficiência aos seniores, entre outras vertentes e a Câmara Municipal de Famalicão apoia-as nesse sentido com este pacote de medidas que tem um carácter extraordinário”, referiu o presidente da Câmara de Famalicão.
Também no âmbito de medidas de apoio excepcional de combate à Covid-19, foi aprovado, ontem, mais um ‘pacote financeiro’ no valor de 41.825 mil euros, direccionado a associações desportivas de forma a que prossigam o desenvolvimento das suas actividades junto das respectivas comunidades onde se encontram inseridas.

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