Correio do Minho

Braga,

Câmara de Guimarães pretende criar incubadora social
Assembleia Municipal de Braga aprova regularização dos vínculos precários

Câmara de Guimarães pretende criar incubadora social

Um dia histórico na cooperação transfronteiriça

Vale do Ave

2017-09-14 às 06h00

Miguel Viana

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, anunciou ontem a intenção de criar uma incubadora de empresas de base social. O anúncio foi feito no decorrer da Semana Social organizada pela União Distrital de Instituições Particulares de Solidariedade Social (UDIPSS- Braga). “É uma incubadora que reunirá todos os operadores da área social, as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), especialistas da área social, investigadores e cientistas sociais para encontrarmos respostas inovadoras na área social do concelho”, afirmou Domingos Bragança.

O presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Domingos Bragança, anunciou ontem a intenção de criar uma incubadora de empresas de base social. O anúncio foi feito no decorrer da Semana Social organizada pela União Distrital de Instituições Particulares de Solidariedade Social (UDIPSS- Braga). “É uma incubadora que reunirá todos os operadores da área social, as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social), especialistas da área social, investigadores e cientistas sociais para encontrarmos respostas inovadoras na área social do concelho”, afirmou Domingos Bragança.

A estrutura poderá vir a ser uma realidade já no “próximo mandato, se eu for legitimado para isso”, considerou Domingos Bragança.
O presidente da UDIPSS- Braga, cónego Roberto Mariz, encarou a existência da incubadora “com agrado. Penso que esse empenho do município é de salientar e espero que se possa concretizar. Pode ser uma mais valia para as IPSS”, adiantou o cónego Roberto Mariz.

No mesmo encontro, o Arcebispo Primaz de Braga e das Espanhas, D. Jorge Ortiga, salientou, numa mensagem de vídeo, a necessidade das IPSS apostarem mais na formação do pessoal.
“Gostaria de sublinhar a necessidade e a importância da formação profissional. Todos quantos colaboram com uma IPSS deveriam sentir este cuidado e a preocupação por apostar na formação, para que os cuidados que prestam seja de qualidade”, defendeu D. Jorge Ortiga. Uma necessidade sentida também pelo presidente da UDIPSS-Braga.

“A acção desenvolvida pelas IPSS, na dimensão com as pessoas que cuidamos, que acarinhamos, tem que assentar no saber. As instituições foram percebendo que tinham de apostar na necessidade formativa e técnica”, frisou o cónego Roberto Mariz.
Para fazer face a estas necessidades das IPSS, a empresa de formação ‘GTI’ elaborou programas específicos que ontem foram apresentados no seminário ‘Investimento Social. Tendências e Desafios’, integrado na Semana Social.

“A GTI trabalha quatro áreas (consultoria, Formação, Tecnologia e Eventos). Dependendo de cada área das IPSS, a GTI tem a solução. Temos um plano de formação adaptada às necessidades de cada IPSS”, destacou António Oliveira, administrador da GTI.

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