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Braga, segunda-feira

Câmara de Braga encomenda estudo à UMinho para melhorar trânsito e dar mais segurança aos peões
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Braga

2016-02-14 às 06h00

Marta Amaral Caldeira

A Câmara Municipal de Braga encomendou um estudo à Universidade do Minho que tem como principal objectivo encontrar soluções alternativas para melhorar a fluidez de trânsito e de peões na cidade. O estudo vai custar cerca de 50 mil euros ao município e nesta primeira fase pretende melhorar o atravessamento de peões da Rua de Santa Cruz para a Rua D. Pedro V, encontrar uma solução para o atravessamento dos peões na Rua do Caires e ainda uma alternativa para o trânsito caótico no Nó de Infias.

A Câmara Municipal de Braga encomendou um estudo à Universidade do Minho que tem como principal objectivo encontrar soluções alternativas para melhorar a fluidez de trânsito e de peões na cidade. O estudo vai custar cerca de 50 mil euros ao município e nesta primeira fase pretende melhorar o atravessamento de peões da Rua de Santa Cruz para a Rua D. Pedro V, encontrar uma solução para o atravessamento dos peões na Rua do Caires e ainda uma alternativa para o trânsito caótico no Nó de Infias.

A informação sobre o estudo pedido à UMinho foi dada a conhecer pelo presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, na Assembleia Municipal realizada esta sexta-feira, dando conta que as acessibilidades são uma preocupação para o executivo municipal.

“Queremos fazer um estudo relativamente integrado sobre várias matérias relacionadas com o ordenamento do trânsito na nossa cidade, tendo em conta algumas preocupações que têm a ver com compromissos municipais e outras com a melhoria na fluidez do trânsito para os próprios transportes urbanos”, indicou o autarca, apontando que as três situações atrás referidas são as mais urgentes para a Câmara Municipal de Braga, que as quer solucionar o mais rapidamente possível. “O atravessamento da Rua Nova de Santa Cruz para a Rua D. Pedro V e vice-versa é uma das nossas preocupações. Estamos a testar algumas das sugestões que tinham sido gizadas pelos nossos serviços técnicos para ver qual a que melhor se poderia adaptar àquele local”, disse.

A Rua do Caires é outra “dor de cabeça” de longos anos que a autarquia bracarense quer ver resolvida. “Temos que encontrar uma melhor solução do ponto de vista da segurança para a Rua do Caires, onde vamos a muito curto prazo suprimir a passagem aérea para peões que lá está instalada e que também era uma preocupação de há muitos anos quer para moradores, quer para a junta, por falta de utilização e por não garantir uma solução segura também para os cidadãos”, explicou Ricardo Rio, acrescentando, no entanto, que “também não queremos que no dia a seguir a retirarmos essa passagem aérea possa existir uma qualquer ocorrência de trânsito naquele local e que sejamos responsabilizados por isso. O que nós queremos é mitigar esses efeitos com medidas de segurança de abrandamento de tráfego, de garantia de segurança para ao atravessamento dos peões, as quais estão a ser escrutinadas também pelos responsáveis do estudo pedido à UMinho”.

Nó de Infias é “nuclear” para ordenar trânsito

A pressão de trânsito no Nó de Infias, que se prevê com a abertura do novo centro comercial, foi uma das questões levadas à Assembleia Municipal pela Cidadania em Movimento, que questionou a Câmara de Braga quanto ao que pretende fazer para minorar esse mesmo impacto numa área que já por si é caótica, sobretudo em ‘horas de ponta’.

Para o presidente da Câmara Municipal de Braga, Ricardo Rio, o Nó de Infias é uma questão “nuclear” do ponto de vista do ordenamento do trânsito da cidade de Braga e será alvo também do estudo pedido pela autarquia à UMinho com vista a encontrar-se uma solução.
“Esta não será uma questão de muito curto prazo, mas estamos também já a delinear várias alternativas para uma intervenção naquele local, mas que não dependerá exclusivamente de nós, pois também depende da Infraestruturas de Portugal”.

O autarca refere que “as preocupações da CEM são legítimas, mas padecem de falta de informação: isto é, no caso das acessibilidades ao novo centro comercial, o que está estabelecido, e que está a ser cumprido escrupolosamente, é que a entidade promotora tem que garantir aquela acessibilidade um ano após a sua abertura”.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Braga este um protocolo que já estava celebrado aquando da entrada em funções do seu executivo, considerando-o, ainda assim, “um bom acordo, no sentido em que é um investimento ainda bastante considerável que foi garantido pelo município e que será executado por este parceiro privado”.

Ricardo Rio esclarece ainda que “no imediato estamos a trabalhar com a Infraestruturas de Portugal para garantir o acesso ao primeiro nó - na rotunda que já está há muitos anos construída, praticamente deste a origem e que ainda não fazia essa ligação e que terá que começar a fazer a curto até ao início de Março”.

O autarca explica que “parte da criação daquele primeiro nó da Variante do Cávado será executada pela entidade promotora no prazo de um ano após a abertura da superfície comercial” e que a a sua extensão, nomeadamente a montante até aos parques industriais, está já enquadrada no projecto ‘+ Indústria’ recentemente submetido a financiamento.

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