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Braga

2017-11-14 às 06h00

José Paulo Silva

A vereação da Câmara Municipal de Braga aprovou ontem, em reunião extraordinária, a contratação de 38 assistentes operacionais para escolas do concelho, com os partidos da oposição a considerarem insuficiente a medida, tendo em conta as carências actuais nos agrupamentos escolares. A contratação daqueles funcionários será feita a partir da bolsa de recrutamento de um concurso anterior e com recurso a contratos de emprego e inserção, obrigando à alteração do quadro de pessoal do Município, pelo que a medida terá de ser ratificada na sessão da Assembleia Municipal da próxima sexta-feira, dia 17 de Novembro.

A vereação da Câmara Municipal de Braga aprovou ontem, em reunião extraordinária, a contratação de 38 assistentes operacionais para escolas do concelho, com os partidos da oposição a considerarem insuficiente a medida, tendo em conta as carências actuais nos agrupamentos escolares.
A contratação daqueles funcionários será feita a partir da bolsa de recrutamento de um concurso anterior e com recurso a contratos de emprego e inserção, obrigando à alteração do quadro de pessoal do Município, pelo que a medida terá de ser ratificada na sessão da Assembleia Municipal da próxima sexta-feira, dia 17 de Novembro.

A proposta de contratação dos 38 assistentes operacionais foi aprovada com os votos favoráveis dos vereadores do PSD, CDS/PP e CDU e a abstenção dos eleitos socialistas.
A abertura do procedimento concursal para o preenchimento das quase quatro dezenas de lugares visa colmatar as saídas que ocorrerão, até ao final do corrente ano, de assistentes operacionais contratados a prazo.
Carlos Almeida, o vereador da CDU, justificou o voto a favor, mau grado as grandes reservas que coloca ao recurso a contratos de emprego e inserção para colmatar parte das necessidades de funcionários nas escolas.

O eleito comunista disse aos jornalistas, no final da reunião de ontem, que a contratação de assistentes operacionais nesta altura “é uma necessidade urgente”, considerando que a respectiva proposta “deveria estar de- vidamente planeada” e ter sido apresentada há mais tempo.
“Parece que alguém andou distraído. Só depois do alerta da CDU, na última reunião, é que perceberam que deveriam fazer esta proposta”, referiu Carlos Almeida.

Miguel Corais, em nome do PS, justificou a abstenção do seu partido com a necessidade de não colocar bloqueios à resolução de uma necessidade das escolas, as quais só parcialmente ficam resolvidas com as 38 contratações. “Não responde às necessidades nas escolas do concelho”, referiu. “Verifica-se que o défice de assistentes operacionais colocará em causa o normal funcionamento das escolas deste concelho, pondo em causa a segurança dos alunos e podendo levar ao encerramento de algumas escolas”, alertou a vereadora da Educação, Lídia Dias.

O presidente da Câmara Municipal, Ricardo Rio, adiantou que a proposta ontem aprovada viabiliza “soluções transitórias até à conclusão de um concurso público que esperamos concluído em Fevereiro ou Março”.
O edil garantiu que, nesse processo, serão contratados “algumas dezenas de auxiliares educativos” para fazer face às necessidades das escolas do concelho.

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