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Braga

2020-04-02 às 06h00

José Paulo Silva José Paulo Silva

Medida ontem anunciada pelo Governo para reforço de emergência do quadro de pessoal das instituições sociais e de saúde é saudada pelo presidente da Câmara Municipal de Braga.

O presidente da Câmara Municipal de Braga considera “bem-vinda” medida de apoio ao reforço de emergência de equipamentos sociais e de saúde, anunciada ontem pelo Governo, que prevê incentivos a desempregados, trabalhadores com contrato suspenso, com horário reduzido ou com contratos de trabalho a tempo parcial, a estudantes e a formandos que queiram reforçar as equipas de instituições sociais que se encontram em sobrecarga em face da pandemia da Covid- -19.
Ricardo Rio declarou ao Correio do Minho que a medida, que visa responder às necessidades de reforço de pessoal no curto prazo por parte de instituições sociais e de saúde, é oportuna, particularmente para um conjunto de entidades do concelho, nomeadamente lares de terceira idade, com pessoal infectado pelo novo coronavírus.
Um dia antes do anúncio da medida governamental, o presidente da Câmara Municipal de Braga alertava para “ a insuficiência de funcionários para apoiar as instituições sociais à medida que os colegas vão ficando infectados”, apontando as dificuldades de “contratação de novos colaboradores para reforçar as equipas”.
A portaria ontem publicada em Diário da República estabelece uma bolsa de 438,8 euros aos desempregados subsidiados que queiram ser colocados nas instituições sociais e de saúde com carências de pessoal, valor que acumula com o subsídio de desemprego. Aos restantes destinatários desta medida será atribuída uma bolsa de 658,2 euros, assegurada a 90% pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional. A Câmara Municipal de Braga acompanha com preocupação a situação em várias instituições sociais com casos confirmados de utentes e funcionários infectados com Covid-19, sendo o cenário mais delicado aquele que se vive no Asilo de S. José, onde já falecerem três utentes, encontrando-se mais de duas dezenas infectados, para além de 18 funcionárias.
Perante este quadro, o presidente da Câmara Municipal de Braga lamenta a lentidão com que está a decorrer o programa de testagem da Covid-19 que a autarquia estabeleceu para o universo de utentes e funcionários das instituições sociais do concelho.
O Centro de Rastreio, que começou a funcionar no dia 23 de Março, no Altice Forum Braga, com capacidade para 150 testes diários, tem tido uma grande procura por doentes referenciados pelo Serviço Nacional de Saúde, impossibilitando o cumprimento em tempo útil do rastreio da população dos lares de terceira idade.
Ricardo Rio adiantou ao Correio do Minho que tem vindo a ser dada prioridade às equipas de funcionários que se preparam para turnos de vários dias de serviço nas instituições. O objectivo, nesta fase, é que essas equipas entrem “limpas” no interior dos lares de terceira, procurando controlar a propagação do novo coronavírus.

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