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Braga

2019-03-17 às 13h00

Marlene Cerqueira

NA INAUGURAÇÃO da IV Expoética de Braga, ontem, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Ricardo Rio realçou que “Braga é hoje uma cidade que transborda cultura”. Esta mostra de manifestações de arte fica patente até 30 de Março e tem entrada livre.

“Braga é hoje uma cidade que transborda cultura e onde os seus artistas têm espaço para expressar a sua arte”. Quem o afirma é Ricardo Rio, presidente da Câmara Municipal de Braga, que falava ontem na inauguração da IV Expoética de Braga, iniciativa que integra o programa ‘Poesia ao Centro’ e que pode ser apreciada até 30 de Março na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva.
Exemplo dessa forte componente cultural do concelho é a própria agenda do presidente da autarquia que ontem o levou não só à Expoética, mas também às II Jornadas de Viola Braguesa e à BoCA – Biennial of Contemporary Arts, que este ano além de Lisboa e do Porto se estende também a Braga.
Em concreto sobre a IV Expoética, Ricardo Rio destacou o papel de Fernanda Santos, coordenadora do projecto, “um pro- jecto que nos tem crescido substancialmente.
“A Expoética é um espaço de convergência das diversas expressões artísticas”, realçou Ricardo Rio, notando que a sessão inaugural da iniciativa lotou a capacidade da galeria da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, entidade que apoia a iniciativa.
“Para mim, enquanto presidente da Câmara, é um orgulho e uma satisfação que esta iniciativa se realize em Braga e espero que se mantenha por muitos anos”, rematou o edil.
Já a vereadora da Cultura, Lídia Dias realçou que a Expoética é um dos eventos que congrega mais artistas com as diferentes linguagens que a arte tem.
“É a cultura que estamos hoje aqui a celebrar. É assim que mostramos que estamos no caminho certo de tornar Braga Capital Europeia da Cultura em 2027. Todos somos precisos para fazer de Braga uma cidade cultural ainda mais forte e mais vivida”, afirmou Lídia Dias.
Na inauguração da Expoética marcou também presença o vereador Altino Bessa, que desde a primeira hora também acompanhou o projecto coordenado por Fernanda Santos.
Altino Bessa realçou o contributo da Expoética para a valorização dos artistas da região e destacou o facto de algumas das obras que integram esta edição denotarem preocupações ambientais.
Esta IV Expoética tem patente 45 obras, entre pinturas, esculturas, fotografias e instalações.
Foi publicado um catálogo com as obras desta quarta edição , patrocinado pelo Município, constatando em cada um um marcador personalizado com um poema de cada autor que participa na Expoética, que este ano tem como tema ‘Mar’.
E foi precisamente com um momento cultural que abriu ontem a IV Expoética. Um poema declamado por Fernanda Santos, de sua autoria, acompanhada ao piano por Cristiana Gonçalves.
Destaque ainda para a intervenção de Aida Alves, directora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, realçando o prazer que é para a BLCS receber mais uma Expoética, uma iniciativa de convergências, onde se cruzam as diferentes linguagens artísticas.

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