Correio do Minho

Braga, terça-feira

Braga presta tributo ao legado de ‘expressão universal’ de D. Rodrigo de Moura Teles
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Braga presta tributo ao legado de ‘expressão universal’ de D. Rodrigo de Moura Teles

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Braga

2017-10-12 às 17h07

Redacção

Até ao próximo Sábado, Braga presta tributo a um dos maiores nomes da sua história, com um congresso de homenagem a D. Rodrigo de Moura Teles, Arcebispo de Primaz no século XVIII, cujo legado económico, social, artístico e religioso veio transformar a sociedade na qual esteve inserido.

Até ao próximo Sábado, Braga presta tributo a um dos maiores nomes da sua história, com um congresso de homenagem a D. Rodrigo de Moura Teles, Arcebispo de Primaz no século XVIII, cujo legado económico, social, artístico e religioso veio transformar a sociedade na qual esteve inserido.

Intitulado ‘Os Sete Castelos’, o congresso concentra dezenas de historiadores e outros estudiosos em torno da pessoa e da obra de D. Rodrigo de Moura Teles.

“Mais do que um tributo justo e oportuno, este é um momento histórico que se reveste de extrema importância para Braga. D. Rodrigo de Moura Teles deixou-nos um legado de expressão universal e a grande marca do barroco Bracarense tem na sua figura uma elevada centralidade”, referiu Miguel Bandeira, vereador do Município de Braga, durante o arranque dos trabalhos que se realizou esta Quarta-feira, 12 de Outubro, no Hotel do Parque, no Bom Jesus.

Após ter sido designado Arcebispo de Braga, em 1704, D. Rodrigo de Moura Teles deu início a um dos mais notáveis arcebispados que a Cidade conheceu ao longo da sua história. Homem de uma enorme erudição e de uma invulgar sensibilidade política, D. Rodrigo arquitectou um programa invulgarmente coeso em termos económicos, sociais, artísticos e religiosos que iria transformar a sociedade e a paisagem sagrada da Arquidiocese.

Da sua vida, há a realçar vários vectores: um pastoral, com forte acção social na Diocese; um social, mantendo-se ainda a influência em instituições como o Convento de Penha de França e as Convertidas; e um construtivo, tendo deixado um legado monumental de extrema valia, destacando-se, o Bom Jesus e a capela de S. Sebastião das Carvalheiras. Por outro lado, as Confrarias, tendo impulsionado mais de 600, desde Lisboa até Braga.

Este congresso, organizado pelo Instituto de História e Artes Cristãs (IHAC), pretende relevar esta figura e a sua importância através de um intenso programa que se prolonga até ao próximo Sábado.

*** Nota da C.M. de Braga ***

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