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Braga precisa ser “cantada na literatura”

Braga

2019-10-20 às 14h38

Patrícia Sousa Patrícia Sousa

Maria Adelina Vieira resgata a história desconhecida de Braga na segunda grande guerra e no pós-guerra no romance ‘Braga - Briga de Espadas’. Obra foi apresentada, ontem no Palácio do Raio, por Fernando Pinheiro.

‘Braga - Briga de Espadas’, da autoria de Maria Adelina Vieira, resgata a história desconhecida de Braga da segunda grande guerra e no pós-guerra. Um romance que “fazia falta a Braga, porque Braga é uma cidade que precisa de ser muito cantada na literatura, em particular na ficção e na poesia”, defendeu Fernando Pinheiro, que apresentou ontem a obra no Palácio do Raio.
O romance, continuou Fernando Pinheiro, “é uma sagração literária, cultural, histórica e simbólica da cidade, uma vez que trabalha e explora muito bem as suas raízes identitárias”. A história integra as suas personagens neste universo comunitário, “trabalhando os aspectos que são basilares e matriciais de um percurso urbano que não tem paralelo em Portugal”, assegurou Fernando Pinheiro, lembrando que “Braga é uma cidade muito antiga que a autora traz à visão contemporânea, através de descrições e narrações com um grande realismos poético-filosófico”.

Entretanto, a autora sublinhou que “este romance constitui uma obra híbrida em que os planos da história e do ficcional se fundem”. Através dela é intuito, continuou Maria Adelina Vieira, “trazer ao plano da narratividade uma época histórica em que as estruturas políticas, económicas, antropológicas e sociológicas de Braga se intitulam como marcos fundacionais”.
Para o provedor da Santa Casa da Misericórdia, Bernardo Reis, “trata-se de um trabalho pioneiro na área do romance literário sobre a cidade, a sua cultura, a sua história e as suas gentes, de que a cidade já carecia”. Obra é escrita por “uma autora exímia na sua arte, que já é uma referência na literatura”, aplaudiu.
Maria Adelina Vieira está já a trabalhar na próxima obra bilingue, que será apresentada no âmbito da Braga - Capital da Cultura do Eixo Atlântico.

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