Correio do Minho

Braga, quinta-feira

- +
Braga: Pai em fúria agride funcionária na escola em frente aos filhos
Theatro Circo com novidades em Agosto

Braga: Pai em fúria agride funcionária na escola em frente aos filhos

CIM Cávado conheceu boas práticas da igualdade de género na Noruega

Braga: Pai em fúria agride funcionária na escola em frente aos filhos

Casos do Dia

2014-02-05 às 06h00

Teresa M. Costa Teresa M. Costa

Centro Escolar de Maximinos. Pai queria deixar os dois filhos antes da hora e, perante a recusa, agrediu a funcionária a murro. Vítima teve que ser assistida no hospital. PSP foi chamada à escola.

Citação

Uma funcionária foi agredida a murro por um pai, ontem de manhã, no Centro Escolar de Maximinos, em Braga.
O alegado agressor, pai de dois alunos do Centro Escolar de Maximinos, queria deixar as crianças por volta das 8.15 horas e reagiu mal quando lhe foi dito que a escola só as pode receber a partir das 8.30 horas. O pai forçou, então, a entrada, no recinto escolar, agarrou a funcionária, encostou-a à parede e agrediu-a, confirmou ao ‘Correio do Minho’ o director do Agrupamento de Escolas de Maximinos, António Pereira.

Outra funcionária acudiu dizendo que ia chamar a polícia, o que colocou o agressor em fuga, deixando os dois filhos que assistiram à agressão, acrescentou a mesma fonte.
A PSP esteve na escola, através da equipa da ‘Escola segura’, e ouviu o relato pela voz da própria vítima. A funcionária teve de receber tratamento hospitalar.

A mulher passou a manhã no serviço de urgência do Hospital de Braga, sabe o ‘Correio do Minho’.
O alegado agressor está identificado e a queixa segue agora os seus trâmites.
O director do Agrupamento condena esta “atitude lamentável” que, felizmente, “é um caso pontual” no conjunto de escolas, garantindo que “qualquer escola do Agrupamento reúne as condições de segurança necessárias”.

A vítima é funcionária da BragaHabit, entidade que, através da Associação de Pais, assegura a componente de apoio à família, recebendo as crianças que precisam de ficar na escola fora dos horários lectivos.
No Centro Escolar de Maximinos, a componente de apoio à família abrange apenas os alunos do pré-escolar, já que não houve inscrições do 1.º ciclo.

O director do Agrupamento explica que até às 8.30 horas não há funcionários da escola para acolher as crianças, apenas os que asseguram o complemento de horário.
De resto, o dirigente diz que a escola - que está sempre fechada - “continua a sua vida normal”, mas recomenda “que sejam tomadas as máximas precauções”.
“Não é expectável alguém que está no seu posto de trabalho sofrer uma situação destas” afirma António Pereira.

Deixa o teu comentário

Banner publicidade

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login Seta perfil

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a Seta menu

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.

Bem-vindo ao Correio do Minho
Permita anúncios no nosso website

Parece que está a utilizar um bloqueador de anúncios.
Utilizamos a publicidade para ajudar a financiar o nosso website.

Permitir anúncios na Antena Minho