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Braga com 1303 recuperados e 22 casos activos de Covid-19
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Braga com 1303 recuperados e 22 casos activos de Covid-19

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Braga com 1303 recuperados e 22 casos activos de Covid-19

Braga

2020-07-08 às 06h00

Marlene Cerqueira Marlene Cerqueira

Concelho registava ontem um total de 1399 casos de Covid-19, desde o início da pandemia. Destes, apenas 22 estão ainda activos.

O concelho de Braga registava ontem, ao final da tarde, 22 casos activos de Covid-19. São já 1303 os bracarenses que, depois de infectados, estão dados como recuperados no concelho.
Até agora, desde o início da pandemia, Braga regista um total de 1399 casos confirmados de Covid-19.
O aparecimento de novos casos tem sido pontual, o que denota que a situação pandémica estará estabilizada. Não será possível utilizar a palavra controlada, uma vez que existe a consciência de que esta é uma situação que se pode alterar rapidamente, fruto da elevada capacidade de transmissão do coronavírus.

Relativamente ao número de pessoas que faleceram infectadas com Covid-19, mantém-se em 74.
De realçar que desde meados de Maio, apenas de verificou um óbito.
Apesar do reduzido número de infecções activas, vai manter-se a funcionar até ao final deste mês o Centro de Emergência de Braga, que está a funcionar no Pavilhão Polidesportivo da Escola Básica de Nogueira.
Ao ‘Correio do Minho’, Ricardo Rio referiu que este Centro de Emergência, que está a ser coordenado pela Delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa, registou “uma procura considerável”.
Pelo contrário, a resposta de âmbito distrital montada no Hotel João Paulo II, no Sameiro, acabou por ter pouca procura e está já desactivada.

Neste momento, a Câmara Municipal de Braga “está a avaliar a possibilidade de criar uma unidade de âmbito mais local” para prestar apoio a situações em que seja necessário efectuar confinamento e não existam condições para o fazer no domicílio”, avançou Ricardo Rio.
Recorde-se que a Direcção-Geral da Saúde suspendeu a divulgação do número de infectados por concelho “para verificar os dados”.
A situação acontece devido à elevada discrepância que se tem verificado entre os dados do boletim epidemiológico da DGS e aqueles que são reportados às autarquias pelas estruturas locais.

“É um problema que foi identificado logo no início deste processo”, recorda Ricardo Rio, lembrando que historicamente os números da DGS relativos ao concelho sempre apresentaram discrepâncias.
Porém, “mais importante do que saber os números era avaliar a evolução da situação pandémica”, sustenta o autarca, explicando que as autarquias, no caso concreto Braga, sempre foram lidando com a situação com base nos dados transmitidos pela estrutura local de saúde.
“No caso da DGS, o mais importante será saber os dados de âmbito nacional”, refere Rio, esperando que os dados concelhios sejam corrigidos, isto porque “o pior que se pode fazer é passar mensagens incoerentes”.
Braga foi precisamente alvo de uma dessas situações de incoerência, recorda o edil, lembrando o período em que Braga esteve várias semanas sem novos casos no boletim da DGS e de um dia para o outro, quando actualizaram os números, surgiram dezenas de novos casos.
“Isso põe em causa a credibilidade da informação”, alerta o autarca.

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