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Borrego ‘morto e enterrado’ na Horta do capitão Ricardo

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Borrego ‘morto e enterrado’  na Horta do capitão Ricardo

Desporto

2021-10-22 às 06h00

Ricardo Anselmo Ricardo Anselmo

Guerreiros cumpriram a missão na Bulgária: entrada de rompante, vantagem assegurada, triunfo confirmado e luta acesa pelo primeiro lugar. Duas vitórias seguidas esta época pela primeira vez.

O objectivo estava bem definido, o aviso foi feito na antevisão e a concretização do plano correu como planeado. A entrada foi à guerreiro, de rompante, com três claríssimas ocasiões de golo, com a última a ser concretizada por obra e graça do senhor do costume: o capitão Ricardo Horta teve mais pontaria que Iuri Medeiros (atirou ao poste) e Al Musrati e deu o melhor seguimento a bela jogada pela esquerda, finalizada com um passe rasteiro, atrasado e açucarado de Sequeira, que o capitão capitalizou com um remate colocado de pé esquerdo, sem hipóteses para Kahlina.
Carvalhal lançou três novidades em relação ao desafio com o Boavista - o encontro do Moitense, pelas particularidades conhecidas, não serve de grande referência -, com as entradas directas ao onze de Paulo Oliveira, Fabiano (que bem esteve o lateral ontem à noite) e Abel Ruiz, por trocas com Tormena, Yan Couto e Mario González.
A dinâmica, intensidade e categoria do primeiro quarto-de-hora deu lugar ao controlo, adormecimento (do adversário) e ao pragmatismo dos minutos que se sucederam até ao intervalo.
A vantagem nunca esteve propriamente em perigo, à excepção do lance imediatamente a seguir ao golo de Ricardo Horta. Num livre lateral, Josué Sá ainda chegou a introduzir a bola na baliza de Matheus (para desespero da equipa técnica, que viu a equipa a deixar o central português do Ludogorets completamente à vontade para finalizar), mas o lance foi invalidado por fora-de-jogo.
Sem capacidade para complicar verdadeiramente a vida à defesa arsenalista - este conjunto búlgaro não aparenta possuir a qualidade de outros tempos, apesar de continuar a dominar o panorama interno a seu belo prazer -, o Ludogorets ia tentanto, por todos os meios, mas esbarrava sempre numa implacável e bem ajustada linha recuada minhota que, em articulação com os médios e avançados, desenvolveu uma organização em momento defensivo que, na maior parte do tempo terá agradado a Carlos Carvalhal.
Do outro jogo do grupo chegavam, enfim, notícias que fortaleciam o sentimento positivo dos guerreiros, que ganhavam pontos em dois campos, fruto do empate do Midtjylland no duelo com os sérvios do Estrela Vermelha, que tem agora apenas um ponto de vantagem em relação ao SC Braga.
Até ao final, ainda dois momentos de muito perigo, que poderiam ter ajudado o SC Braga a arrumar com a questão mais cedo: primeiro, Mario González atirou, de cabeça, ao poste da baliza búlgara; depois, Chiquinho, num momento de anarquia táctica dos caseiros, quase finalizava de forma certeira vela jogada de contra-ataque, pontuada com uma combinação bonita com Piazon, mas o remate do português saiu ao lado.

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