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Bombeiros Voluntários de Monção assinalam 117 anos de vida

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Alto Minho

2017-03-19 às 06h00

Miguel Viana

AQUISIÇÃO de uma nova viatura para transporte de doentes não urgentes é a ‘prenda’ que a corporação mais precisa. Os meios estão a ser mostrados no centro da vila.

Os Bombeiros Voluntários de Monção assinalam hoje os 117 anos de existência. A data é assinalada com uma rumagem ao cemitério, uma eucaristia e um jantar convívio.
As comemorações, no entanto, começaram ontem com uma exposição de meios na Praça Deu-la-Deu Martins. em pleno centro da vila. Uma forma da corporação se dar a conhecer à comunidade.
“É uma instituição que serve a nossa comunidade de forma excelente. Podemos estar orgulhosos desta corporação”, disse, na abertura da exposição, Augusto Domingues, presidente da Câmara Municipal de Monção.
O autarca fez questão de referir que o apoio aos bombeiros é uma das principais preocupações do actual executivo. “O nosso orçamento tem como priodade o seu apoio. Estamos a falar de muito perto de 10 por cento do nosso orçamento, e quando falamos de um orçamento reak e 15 milhões, estamos a falar de cerca de 1,5 milhões que a câmara investe anualmente nesta gente”, destacou Augusto Domingues.
O edil monçanense destacou ainda a rapidez e eficiência do serviço prestado pelos Bombeiros Voluntários de Monção nas mais diversas vertentes.
O presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Monção, Paulo Rocha, apontou também o desejo de servir dos ‘soldados da paz’ monçanenses, apesar das várias restrições de ordem financeira. Restrições essas que colocam alguns desafios à corporação. “As viaturas estão todas a atingir um milhão de quilómetros. Necessitamos de viaturas. Estamos a tentar comprar uma viatura para transporte de doentes não emergentes que custa cerca de 30 mil euros. Vamos ter que fazer engenharia financeira”, referiu Paulo Rocha.
A direcção dos bombeiros já está a contactar várias empresas para ajudarem neste projecto, mas poderá contar também com a colaboração da autarquia. “Não será por falta de apoio que não cumprirão esse desejo. A câmara está atenta para que não falte financiamento para as necessidades”, assegurou Augusto Domingues.
Outro dos desafios vividos pela corporação é a falta de voluntários. “O corpo activo é composto por 25 bombeiros assalariados e 25 voluntários. É difícil termos mais voluntários porque muitos vão estudar para fora e os jovens que cá ficam não vêm nisto forma de vida. Temos muito poucos voluntários”, disse Paulo Rocha.
Uma situação que também preocupa a autarquia que pensa já em incentivos. “”Lançaram o desafio de gratuitidade de serviços municipais para os bombeiros e estamos a pensar nessa situação”, salientou Augusto Domingues, autarca de Monção.

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