Correio do Minho

Braga, quarta-feira

Bombeiros renovam ambulâncias do INEM
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Bombeiros renovam ambulâncias do INEM

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Casos do Dia

2018-08-28 às 06h00

Teresa M. Costa

Sete postos de Emergência Médica sediados em seis corpos de bombeiros do Minho vão ser renovados. Protocolo com INEM foi assinado ontem.

São cinco as associações de bombeiros voluntários do distrito de Braga que ontem protocolaram com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) a renovação das ambulâncias dos postos de emergência médica (PEM).
Os protocolos assinados ontem enquadram-se no plano para a renovação da frota de ambulâncias que prevê a substituição de 75 viaturas em cada ano entre 2018 e 2021.
No distrito de Braga, a renovação avança nos dois PEM dos Bombeiros Voluntários de Braga e nos que estão afectos aos Bombeiros Voluntários de Esposende, Cabeceiras de Basto, Fafe e Vila Verde.
Ainda no Minho, também os Bombeiros Voluntários de Arcos de Valdevez assinaram protocolo para renovar a ambulância do PEM.
O protocolo ontem assinado, depois de um acordo entre o INEM e a Liga dos Bombeiros Portugueses, contempla um investimento total de 3,7 milhões de euros que abarca corporações de bombeiros de todo o país e uma delegação da Cruz Vermelha Portuguesa.

Actualmente o INEM tem 326 ambulâncias em funcionamento nos Postos de Emergência Médica (PEM).
A partir de agora, as ambulâncias passam a ser compradas directamente pelas corporações de bombeiros com o INEM a pagar 50 mil euros para a aquisição, manutenção e seguro de cada viatura.
Apesar de enaltecerem esta nova metodologia de compra de viaturas, o presidente da Liga dos Bombeiros Profissionais (LBP), Jaime Marta Soares, e o presidente do INEM, Luis Meira, deixaram algumas críticas ao Governo, concretamente ao Ministério das Finanças.

“No cenário atual que é colocado aos gestores públicos, em que cada cêntimo é arrancado a ferros, e as decisões estão muitas vezes subjugadas a ficheiros Excel que não consegue distinguir uma fotocopiadora de uma ambulância, conseguir realizar um investimento deste montante é verdadeiramente assinalável. Também neste caso a autorização para este investimento foi arrancada a ferros”, afirmou Luis Meira.
Para Marta Soares, este modelo de negociação “é um bom caminho, mas não é perfeito”, e há algo que “belisca o conceito”, nomeadamente o valor atribuído a cada viatura que, em seu entender devia passar dos 50 para os 55 mil.
O presidente da liga pediu também um aumento de 500 euros no valor do seguro de manutenção, que actualmente é de dois mil euros, deixando esse apelo à secretária de Estado da Saúde, Rosa Matos.

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