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Bombeiros desempenham uma “muito nobre e importante missão”
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Bombeiros desempenham uma  “muito nobre e importante missão”

Vale do Ave

2020-08-15 às 06h00

Miguel Viana Miguel Viana

Presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva, elogia acção dos Bombeiros Voluntários Celoricenses na passagem dos 94 anos da Associação Humanitária.

“Desempanham uma muito nobre e importante missão, e assinalar 94 anos de vida da Associação Humanitária é um motivo de grade orgulho. Lembramos um património activo e vivo com grande história. A Câmara Municipal faz uma apreciação extremamente positiva da acção dos Bombeiros Voluntários”. Foi desta forma que o presidente da Câmara Municipal de Celorico de Basto, Joaquim Mota e Silva se referiu aos 94 anos da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, que hoje são comemorados.

O autarca celoricense lembra ainda que a ocasião serve para evocar um conjunto de personalidades que “estiveram sempre ao serviço dos bombeiros e, por isso, também estiveram sempre ao serviço da população do concelho de Celorico de Basto. São pessoas que têm, de uma forma muito empenhada, trabalhado para proteger as pessoas.”
O reconhecimento da autarquia é extensível a toda a comunidade de Celorico de Basto.
“O trabalho dos Bombeiros Voluntários Celoricenses tem merecido grande receptividade por parte da população. As populações sentem que os bombeiros estão disponíveis para ajudar a colaboram com eles quando são chamadas a isso”, disse Joaquim Mota e Silva.

Também a edilidade se tem mostrado disponível para ajudar os ‘Soldados da Paz’.
“A Câmara Municipal está em sintonia com as necessidades dos Bombeiros Voluntários Cabeceirenses. Sempre que somos chamados a ajudar, colaboramos de bom grado”, referiu Joaquim Mota e Silva.
O autarca celoricense acrescentou que a autarquia tem atribuído vários subsídios à corporação “com valores variáveis que dependem dos projectos que os bombeiros têm em curso”, esclareceu Joaquim Mota e Silva.

Corpo activo com novos elementos

O corpo activo dos Bombeiros Voluntários Celoricenses vai ser reforçado com mais 13 elementos em 2021.
Os novos bombeiros resultam da Escola que está a ser promovida pelos Bombeiros Voluntários Celoricenses.
“Os novos bombeiros já podiam estar integrados no corpo activo se não fosse a pandemia da Covid-19, que levou a uma interrupção da nossa escola de bombeiros”, indicou Fernando Marinho Gomes, comandante dos Bombeiros Voluntários Celoricenses.

O corpo activo conta com 94 elementos, mas poderia ter muitos mais, se não fosse também a chamada crise de voluntariado.
“Com a crise de 2008, muitas pessoas emigraram e isso levou a que o voluntariado entrasse em crise”, apontou Fernando Marinho Gomes.
Em termos de necessidades materiais, o comandante dos Bombeiros Voluntários Celoricenses gostava de receber como prenda novos equipamentos de protecção individual (EPI) para os elementos do corpo activo. “Temos dificuldades nos EPI’s. Apelamos à Autoridade Nacional de Emergência e Protecção Civil que disponibilize esses equipamentos”, desejou Fernando Marinho Gomes.
Na calha está, também, uma nova viatura de comando e a intenção de comprar dois carros para fogos rurais.

Pandemia da Covid-19 foi “momento duro de enfrentar”

O s meses de Abril a Julho deste ano (altura em que Portugal registou o pico da pandemia da Covid-19) foram dos mais difíceis de enfrentar para a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses, que hoje assinala 94 anos de vida.
“Durante esse tempo tivemos muitos gastos com equipamentos de protecção e desinfectantes. Eu tinha e tenho 22 postos de trabalho para manter e as receitas foram muito poucas. Estivemos quase parados, principalmente ao nível dos transportes de doentes não urgentes e as ajudas foram muito poucas”, afirmou Fernando Freitas, presidente da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Celoricenses (AHBVC).

Valeu à corporação o facto da direcção ter “uma almofada financeira que nos permitiu cumprir os compromissos” adiantou mesmo responsável. Por isso mesmo, a maior ‘prenda’ que a AHBVC gostaria de receber nos 94 anos era “o ressarcir dessas despesas e que houvesse mais apoios para os bombeiros. Nós pagamos o gasóleo ao mesmo preço das empresas mas nao podemos deduzir o IVA de 23 por cento. Isso representa um gasto enorme”, apontou Fernando Freitas.

A saúde financeira da instituição permitia recorrer a uma linha de crédito da Caixa Geral de Depósito mas “lá para o fim do ano voltaríamos ao mesmo”, adiantou Fernando Freitas.
O presidente da AHBVC lamentou ainda a falta de apoios aos voluntários que compõem o corpo activo, o que se tem traduzido na crise de voluntariado.
Ao nível material, a corporação vai poder contar em breve com uma nova viatura de transporte de doentes não urgentes, mas precisava de renovar a frota com viaturas de combate a incêndios rurais. Fernando Freitas realçou que o quartel foi remodelado em 2013.

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