Correio do Minho

Braga, segunda-feira

Bibliotecários da CIM Cávado sugerem criação de plataforma de leitura digital
Barcelos florido já tem vencedores

Bibliotecários da CIM Cávado sugerem criação de plataforma de leitura digital

Município investe 1,5 milhões na remodelação da rede viária

Braga

2018-08-09 às 07h00

Patrícia Sousa

ELIVRO ONDE QUISER - plataforma nacional de leitura digital é o nome do projecto apresentado ao Orçamento Participativo Portugal por bibliotecários da CIM Cávado. Proponentes do projecto apelam ao voto até dia 30 de Setembro.

Disponibilizar uma plataforma nacional de serviço online de empréstimo de títulos actuais de publicações monográficas em formato digital/e-book é o objectivo do projecto apresentado ao Orçamento Participativo Portugal e que está a votação até 30 de Setembro. A directora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, Aida Alves, é uma das proponentes do projecto, que surgiu “numa partilha de ideias na rede de bibliotecários da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Cávado”.
“Não existe, a nível nacional nenhuma plataforma de empréstimos de e-books gratuita com livros recentes que sejam propostos pelos cidadãos para empréstimo domiciliário”, justiifcou Aida Alves, apelando ao voto no projecto # 78 ELivro onde quiser - Plataforma de Leitura Digital.
O projecto pretende “pôr a reflectir o Governo, as editoras, a Direcção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas, o Ministério da Educação e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior”, desafiou Aida Alves, referindo que “existe uma grande dificuldade em aceder a um formato uniformizado”.
A ideia já foi aplicada na zona da Galiza, adiantou a directora da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, onde estão ligadas mais de 300 bibliotecas.
“Esta nova plataforma tem como principal objectivo apelar à leitura, num ambiente confortável e não limitado a espaços físicos. O cidadão que deseje ler, deve poder fazê-lo no seu espaço e tempo de conforto. Livre para ler onde quiser. Esta plataforma nacional de empréstimos de e-books ainda não existe oficialmente em Portugal”, pode ler-se, entretanto, na justificação do projecto a votação.
O serviço de empréstimo, recomendam ainda os autores do projecto, “deverá ser tendencialmente gratuito, sendo essencial que o serviço de empréstimo de e-books possibilite ao cidadão aceder de uma forma fácil, rápida e prática aos conteúdos existentes, a partir de um aparelho ligado a uma rede de internet sem fios em qualquer lugar do território”. As bibliotecas diante deste novo serviço, “deverão disponibilizar ao cidadão um conjunto de tablets que possam emprestar ao domicílio, por requisição prévia à biblioteca”, adiantam.
Pretende-se que o serviço “promova e aumente os níveis de leitura num acesso mais democrático à leitura digital, promovendo o conhecimento”, frisou.

Deixa o teu comentário

Usamos cookies para melhorar a experiência de navegação no nosso website. Ao continuar está a aceitar a política de cookies.

Registe-se ou faça login

Com a sessão iniciada poderá fazer download do jornal e poderá escolher a frequência com que recebe a nossa newsletter.




A 1ª página é sua personalize-a

Escolha as categorias que farão parte da sua página inicial.

Continuará a ver as manchetes com maior destaque.